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Gosto de ler e escrever. Qual carreira tem a minha cara?

Orientador profissional esclarece

Por Redação Atualizado em 16 Maio 2017, 13h56 - Publicado em 27 mar 2013, 15h05

Sou apaixonada por livros, amo ler e escrever. Minhas redações, no geral, são elogiadas por professores e familiares. Apesar de tudo, tenho dúvidas de qual carreira devo seguir, pelo seguinte motivo: se fizer Jornalismo, onde posso trabalhar? O mercado de emprego é amplo? Conseguirei um bom salário? E, além disso tudo, que outras carreiras uma pessoa com as características com qual me apresentei pode seguir?
Enviado por Larissa Rodrigues

Gostar de escrever e criatividade podem encontrar espaço na carreira jornalística, mas também em várias outras. Há carreiras em que tais características podem ser exploradas de formas diferentes, como publicidade e propaganda, relações públicas, linguística, tradução e interpretação, letras, rádio e TV, audiovisual. Se seu interesse passa por eventualmente tornar-se escritora ou crítica literária, uma boa opção é o curso de Estudos Literários da Unicamp.

O jornalista é o profissional dedicado à pesquisa, organização e divulgação de informações relevantes à sociedade. Para tal, precisa desenvolver sua capacidade de comunicação e de redação. Boa parte de seu trabalho é dirigido justamente à boa organização de textos, mesmo que a veiculação do mesmo ocorra verbalmente, como é o caso de repórteres e apresentadores televisivos.

O curso de jornalismo dedica parte de seu conteúdo para o desenvolvimento de conhecimentos relacionados ao tratamento de textos no que tange a sua construção linguística, clareza, finalidades, alcance do público alvo. O domínio da expressividade e o cuidado quanto à formatação da informação é necessária para a boa investigação e transmissão de notícias. Considere que “escrever” é uma atividade-meio para a boa consecução das atividades jornalísticas. Esta é uma profissão que tem como objetivo a manutenção e a divulgação de aspectos culturais.

O mercado de trabalho para jornalistas não atravessa período de expansão. Maiores oportunidades estão situadas nas mídias digitais: portais, blogs, revistas eletrônicas. As assessorias de comunicação e o jornalismo institucional – dentro de empresas – também apontam alguma ampliação de vagas.

No Brasil não é necessário – porém desejável – o diploma de graduação em jornalismo para exercer esta profissão. Este é um debate que atravessou as últimas décadas e ainda está presente; procure se informar sobre os argumentos favoráveis e contrários à exigência de diploma para o exercício dessa profissão.

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