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Que curso relaciona com mecânica e automóveis?

Orientador profissional esclarece

Tenho 17 anos e estou no último ano do ensino médio. Ano que vem gostaria de fazer uma faculdade ou algum curso, mas esse é o problema! Ainda estou com dúvidas sobre o que fazer. Gosto muito da parte de mecânica, mas mecânica de automóveis – já trabalhei um bom tempo nessa área e gostei muito. Não sei se deve primeiro ir atrás de algum curso técnico ou correr atrás de uma faculdade.
Enviado por Filipe

Para tomar essa decisão, você deve primeiramente conhecer as diferenças entre as várias possibilidades de formação. Na área da mecânica há a alternativa de ser engenheiro, tecnólogo, técnico ou mesmo mecânico de oficina com formação pela prática, adicionado a cursos rápidos (chamados de livres) de qualificação.

Segundo o Guia do Estudante 2009 o bacharelado “é um curso abrangente que habilita o aluno a exercer uma profissão de nível superior. O estudante recebe boa base teórica e científica e, ao final dele, pode trabalhar nos diversos setores do mercado de trabalho”. Usualmente esta formação leva de 4 a 6 anos.

O tecnológico é um curso “superior de curta duração com muita aula prática, que tem a finalidade de atender a setores definidos do mercado de trabalho. São curso mais focados e formam o aluno para o exercício de atividades específicas”.

Já o título de técnico é destinado às pessoas que concluíram um curso profissionalizante de ensino médio.

Poderíamos então dizer que há uma gradação que diferencia as três formações. Se imaginarmos uma linha que una o curso técnico ao bacharelado, diríamos que este último intervém no mundo profissional mais na dimensão do planejamento, portanto na esfera teórica. Já o técnico intervém de modo mais prático, portanto na esfera operacional. O tecnólogo seria mais teórico que o técnico e mais prático que do que o bacharel.

Para tomar sua decisão, é interessante que você entenda melhor os três níveis de formação e aproveite para pesquisar a aceitação desses profissionais no mercado de trabalho. Para isto, seria o caso de visitar os centros de formação e conversar com alunos e professores.