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Engenharia Elétrica

O engenheiro eletricista lida com a geração, a transmissão e a distribuição da energia elétrica, considerando fatores como custos, localização e segurança

Por Redação Atualizado em 19 jul 2019, 11h35 - Publicado em 6 out 2010, 16h15
Pixabay/Reprodução

O engenheiro eletricista lida com a geração, a transmissão e a distribuição da energia elétrica, considerando fatores como custos, localização e segurança. Ele está habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial.

Trabalha no desenvolvimento de componentes eletroeletrônicos, na operação e na manutenção de equipamentos em hospitais e clínicas e em projetos de instalações elétricas.

Participa do projeto e da construção de usinas hidrelétricas, termelétricas e nucleares e faz estudos sobre eficiência energética, considerando fontes de energia renováveis. Também elabora projetos de sistemas de medição de consumo, iluminação de espaços e aterramento de fios.

Concessionárias de energia, empresas de telecomunicações, fábricas de tablets e celulares, indústrias de equipamentos, consultorias e empresas prestadoras de serviços em computação são tradicionais empregadores.
Você pode começar a carreira como tecnólogo.

  • O que você pode fazer

    Automação: projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial.

    Eletrônica: desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição de dados (por exemplo, áudio, temperatura, umidade, pressão), transmissão de dados por radiofrequência, entre outros.

    Eletrotécnica (potência e energia): planejar e operar sistemas elétricos. Projetar e construir usinas, estações, redes de geração de energia e equipamentos dos sistemas de geração, transmissão e distribuição. Ampliar e reparar as redes de alta-tensão.

    Engenharia biomédica: projetar e construir equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios.

    Hardware e programação (computação): desenhar componentes e desenvolver sistemas.

    Instrumentação: projetar e desenvolver equipamentos para a realização de medidas, registro de dados e atuadores.

    Microeletrônica: projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) destinados a sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outras finalidades.

    Telecomunicações: desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som. Projetar e construir sistemas e equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.

    Mercado de Trabalho

    Os investimentos no setor elétrico sofreram um baque com a retração da economia e, com isso, muitos postos de trabalho foram fechados. Aos poucos, porém, o setor começa a se reorganizar. O governo já anunciou uma consulta pública para rever o modelo do sistema elétrico brasileiro, o que deve atrair novos investimentos.

    Somado a isso, o Plano Decenal de Expansão de Energia 2024, do Ministério de Minas e Energia, estima investimentos de R$ 1,4 trilhão nos próximos anos em energia elétrica, petróleo, gás natural e biocombustíveis. Com isso, está prevista uma ampliação de 55% na capacidade instalada de geração de energia elétrica no país. O alto investimento deve elevar a procura por profissionais da área.

    No setor público, as oportunidades estão não apenas na geração de eletricidade, em hidrelétricas, termelétricas ou usinas movidas a biomassa, mas também na gestão e no aperfeiçoamento dos sistemas de transmissão e distribuição.

    Outro setor que precisa do profissional é o de energia eólica. Eles são contratados para atuar no planejamento e no desenvolvimento de projetos na área, assim como na operação e manutenção de parques eólicos.

    No setor privado, a modernização dos serviços de telecomunicação no Brasil, com a popularização da TV digital e a transmissão de dados de quarta geração (internet 4G), também abre perspectivas. O setor de vendas técnicas pode ser uma opção de colocação para o engenheiro.

    As melhores oportunidades de emprego estão em empresas de tecnologia da informação, além dos polos industriais das regiões sul e sudeste. Mas um grande mercado para esse engenheiro são os órgãos públicos (ministérios, agências reguladoras e companhias de energia).

    Curso

    Depois das disciplinas básicas das engenharias, o aluno mergulha em aulas práticas e em laboratório. A formação profissionalizante tem início no terceiro ano, com aulas de projetos de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo, entre outras. Disciplinas de economia e administração também integram o currículo. O estágio e um trabalho de conclusão do curso são obrigatórios.

    Atenção: antes de escolher o seu curso, verifique se existe alguma ênfase, como energia, telecomunicações, computação, automação, eletrotécnica, eletrônica e sistemas de potência.

    Duração média: 5 anos.

    Outros nomes: Eng. Ind. Elétr.

     

    Legenda:

    Estrelas da Avaliação do Guia do Estudante

    ★★★★★ - Excelente

    ★★★★ – Muito bom

    ★★★ - Bom

    CPC – Conceito Preliminar de Curso ① ② ③ ④ ⑤ 

    O CPC é o indicador do Ministério da Educação que mede a qualidade dos cursos. Ele varia de 1 (menor valor) a 5 (maior valor). Ele está informado na ficha do curso para todas as graduações que tinham esse indicador disponível (fonte: site do Inep, anos 2014, 2013 e 2012). 

    Cifrões – Referem-se às faixas de preço da mensalidade:

    $ - Até 500,00 reais

    $$ - De 500,01 a 750,00 reais

    $$$ - De 750,01 reais a 1.000,00 reais

    $$$$ - De 1.000,01 a 1.500,00 reais

    $$$$$ - Acima de 1.500,01 reais

    n/i - Valor não informado

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