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Alunos que cursam instituições públicas no Brasil passam mais horas estudando, aponta estudo

A pesquisa também mostrou que mais da metade (52%) dos universitários brasileiros trabalham e estudam

Por da redação Atualizado em 16 Maio 2017, 13h58 - Publicado em 7 nov 2012, 17h49

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta terça-feira (6) o “Relatório de Pesquisa – Estudo comparado sobre a juventude brasileira e a chinesa – Primeiras análises dos dados brasileiros”. O documento traz os primeiros resultados da parte brasileira da pesquisa, que abordou valores, estilo de vida e aspirações de universitários brasileiros. Foram entrevistados 4.800 estudantes universitários entre 18 e 24 anos, sendo metade deles brasileiros e metade chineses.

O resultado brasileiro aponta que os universitários de instituições públicas são maioria entre os que dedicam mais horas semanais a estudos. Os estudantes de instituições privadas são a maioria no grupo de universitários que informou destinar menos horas a estudos fora da sala de aula (veja o gráfico abaixo).

A pesquisa também mostrou que mais da metade (52%) dos universitários brasileiros trabalham e estudam, enquanto 6,3% exercem algum tipo de trabalho não remunerado, 27,1% não trabalham e 13,3% estão desempregados.

"Entre os estudantes que informaram exercer algum trabalho remunerado, a maior parte – um total de 44,7% – declarou destinar menos de 5 horas semanais para estudos complementares, como é esperado de quem trabalha e estuda. Todavia, os percentuais são significativos também nos outros grupos, já que 34,9% dos que estão procurando emprego utilizam esta mesma quantidade de horas como estudo complementar. Este percentual diminui para a metade quando se consideram os que exercem algum tipo de trabalho não remunerado e os que não trabalham", diz o estudo.

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