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Apesar de aumentar gastos com educação, Brasil ainda não alcança metas da OCDE

País ocupa o 23º lugar em ranking de investimentos no ensino superior com 29 países

Por da redação - Atualizado em 16 Maio 2017, 13h53 - Publicado em 11 set 2012, 13h26

Uma pesquisa da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgada nesta terça-feira (11), colocou o Brasil em 23º lugar no ranking de investimentos no ensino superior.

De acordo com a OCDE, no entanto, o país registrou o maior aumento de investimentos totais na educação no período de 2000 a 2009. Em 2000, as despesas com ensino representavam 10,5% dos recursos públicos do país, subindo, em 2009, para 16,8%. Segundo o estudo, essa foi uma das taxas mais elevadas entre os 33 países nos quais esse item foi observado.

Porém, o investimento ainda é baixo em comparação com o Produto Interno Bruto (PIB). Segundo os dados, os investimentos brasileiros no ensino em geral atingiram 5,55% do PIB, enquanto a meta para os países da OCDE é 6,23%.

Além disso, os investimentos em educação superior registraram redução de 2% entre 200 e 2009 – apesar de ter havido um aumento médio de 67% de alunos nas universidades entre 2005 a 2009.
A pesquisa analisou 42 países, mas nem todos apresentaram dados sobre os aspectos detalhados pela organização, daí o fato de o número de nações analisadas ser maior ou menor em determinados itens do estudo.

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Lideram o ranking de países que mais investem em educação a Austrália, a Finlândia, a Irlanda e a Suécia. O estudo mostra que a crise econômica internacional não afetou os investimentos nessa área.

Para ver o estudo, clique aqui.

*Com informações da Agência Brasil.

 

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