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Ciências sem Fronteiras tira Portugal da lista de intercâmbio

Ministro afirma que medida foi tomada para incentivar o estudo de outros idiomas

Por da redação Atualizado em 17 ago 2017, 18h58 - Publicado em 25 abr 2013, 14h46

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou a suspensão de instituições de ensino de Portugal no programa Ciências sem Fronteiras. O motivo da decisão é incentivar os estudantes brasileiros a aprenderem outro idioma, segundo informou o ministro.

“Queremos que os estudantes enfrentem a questão da língua, que todos aprendam uma nova língua”, disse Mercadante. Portugal era o país mais procurado no Ciências sem Fronteiras, apesar de ter menos universidades de excelência, como na Alemanha ou nos Estados Unidos. O programa ainda está aberto com editais para 3.970 vagas, distribuídas em países como China, Irlanda, Áustria, Bélgica e Finlândia.  Com a decisão, as bolsas previstas para 2013 em Portugal estão suspensas.

Para ajudar os estudantes a aprenderem outro idioma, o MEC lançou ofereceu 2 milhões de bolsas no programa Inglês sem Fronteiras em um curso de inglês online. De acordo com o ministro, o mesmo será feito com línguas como espanhol, alemão, francês e até mandarim.

O programa Ciências sem Fronteiras tem enfrentado como desafio o baixo nível de proeficiência dos estudantes brasileiros no idioma inglês. No último edital do programa, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) determinaram a redução da pontuação mínima exigida no Toefl e no Ielts, exames utilizados para medir o conhecimento do candidato na língua estrangeira.

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Número de bolsas oferecidas

O Ciência sem Fronteiras já concedeu mais de 41,1 mil bolsas desde sua criação, em 2011. Desse total, 23.851 estudantes foram aprovados no ano passado, sendo que mais de 19 mil já estão no exterior. Outros 17.282 candidatos foram selecionados em chamadas este ano.

Este número ainda não está fechado, já que há chamadas abertas que só encerram o prazo de inscrição em maio. Com isso, o total deste ano deve ultrapassar a meta de 45 mil bolsas. A previsão é de que novos editais sejam anunciados no segundo semestre deste ano.

*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo

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