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Conheça as vantagens de estudar em uma faculdade especializada

Instituições focadas em uma única área, como a saúde, oferecem infraestrutura e currículo diferenciados, capazes de potencializar a formação dos estudantes

Por Abril Branded Content 10 set 2018, 19h34

Ir para uma universidade com carreiras em diversas áreas ou seguir para uma instituição especializada em uma única? Na hora de selecionar os vestibulares ou de decidir onde se matricular, a dúvida pode passar pela cabeça. Para José Luiz Cintra Junqueira, diretor-geral da Faculdade São Leopoldo Mandic, que oferece apenas cursos na área da saúde (medicina e odontologia), o grande diferencial está exatamente em fornecer um atendimento mais próximo e especializado. “Conseguimos direcionar mais atenção e investimentos para a preparação do corpo docente, dos funcionários e da estrutura e, assim, melhor atender à formação desses profissionais e as suas famílias”, diz.

Confira, abaixo, seis diferenciais de estudar em uma faculdade focada:

Currículo sempre atualizado
Além de investirem constantemente na formação do corpo docente, as faculdades especializadas costumam atualizar constantemente o currículo da graduação. No caso da SLMANDIC, a proposta é que o currículo siga tendências internacionais, além de estar de acordo com as exigências do Ministério da Educação (MEC). É por isso que disciplinas focadas, por exemplo, no atendimento médico mais humanizado e próximo dos pacientes são parte importante da grade, que incorpora 2 000 horas a mais de aulas do que o estabelecido pelo MEC.

Investimento em tecnologia
Com os recursos direcionados a uma área, as instituições podem investir na compra contínua de equipamentos tecnológicos que possibilitem que os alunos se preparem melhor para o mercado de trabalho. Como é especializada em saúde, a SLMANDIC possui robôs que encenam doenças e cirurgias, assim como máquinas e aplicativos que usam a tecnologia artificial para que os futuros médicos possam fazer simulações do atendimento na vida real.

SLMandic/Divulgação

Parcerias para aprender na prática
Por falar em atendimento, a Faculdade São Leopoldo Mandic conseguiu estabelecer parcerias com clínicas, Unidades Básicas de Saúde (UBS) e hospitais para garantir que os estudantes tenham contato com pacientes desde o primeiro ano. “Os atendimentos vão aumentando a frequência, mas, desde o início do curso, os professores mostram a preocupação de ensinar não só a parte médica, mas também o traquejo para atender as pessoas em suas necessidades e suas características”, conta Gustavo Villa Real, aluno do quinto ano de medicina.

Proximidade entre alunos e professores
O número total de alunos dessas faculdades costuma ser pequeno, o que permite a quebra de barreiras entre o corpo docente e os estudantes. “Todos os alunos têm meu número de WhatsApp”, conta José Luiz Junqueira, da SLMANDIC. O resultado é um acompanhamento mais próximo dos alunos, tanto na realização das tarefas acadêmicas quanto nos momentos de atendimento ou nas orientações para a vida profissional. “Somos uma grande família”, brinca o diretor-geral da instituição.

Integração entre cursos SLMandic/Divulgação

Medicina e odontologia são as duas únicas carreiras que têm autorização para realizar procedimentos invasivos e dar anestesia. Compartilham também muitos aspectos teóricos e de pesquisa. Por focar os dois cursos, a SLMANDIC proporciona uma certa integração entre eles: há docentes que atuam em ambas as graduações e os projetos de iniciação científica podem se debruçar sobre aspectos da saúde que sejam comuns, inclusive com orientadores de qualquer uma das áreas.

Orientação personalizada para a carreira
Além da formação médica e humanística – que capacita os estudantes para lidar não apenas com as doenças, mas também com as especificidades sociais dos pacientes –, a SLMANDIC se preocupa em preparar os alunos para cuidar de aspectos profissionais da sua vida. São disciplinas que tratam de contabilidade, gestão do tempo e administração de consultórios. “Aprendi, por exemplo, a não montar um cronograma de trabalho que não permita intervalos, para não prejudicar o atendimento aos pacientes caso haja algum atraso”, conta o futuro médico Gustavo.

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