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Ensino Einstein: conheça os novos cursos

Instituição amplia a oferta de graduações. As inscrições para o vestibular estão abertas

Por Abril Branded Content
Atualizado em 27 set 2022, 10h12 - Publicado em 20 set 2022, 12h10

A Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE) traz novidades para o vestibular 2023: a oferta de cursos dobrou – de três para seis. Administração, engenharia biomédica e odontologia chegam para complementar o portfólio de graduações do Einstein e até ultrapassar o ambiente da saúde, com temas nas áreas de exatas e humanas, mas que formam profissionais também tão importantes para o setor.

“Tudo o que o Einstein se propõe a fazer faz com excelência, e isso se reflete em todas as dimensões. O curso de engenharia biomédica, por exemplo, nos fez contratar docentes das áreas de matemática, estatística, física, computação, além das diferentes engenharias: química, mecânica, elétrica, robótica, mecatrônica, de materiais. São profissionais que chegam para agregar à nossa expertise”, explica Alexandre Holthausen, diretor-superintendente de Ensino do Einstein. 

Todos os cursos oferecem bolsas de até 100% (por critério socioeconômico) e permitem aos alunos o acesso à prática e à tecnologia de ponta desde o início do curso. A engenharia biomédica e a odontologia se juntam à recém-lançada fisioterapia – os primeiros alunos iniciaram as aulas em 2022 – na Unidade de Ensino Morato. Com mais de 20 anos de existência, o prédio foi reformado e ganhou novos laboratórios para atender a prática de cada graduação: 

    • Clínica de Fisioterapia: espaço para a realização do estágio em diversas áreas ambulatoriais de pacientes adultos e pediátricos (Neurologia, Respiratória, Ortopedia, Cardiologia, entre outras).
    • Maker Lab: com estações de impressão 3D, eletrônica, corte a laser, microusinagem, parque de ferramentas e máquinas para manufatura de baixa e média complexidade, permitirá aos alunos trabalharem em projetos de prototipação e fabricação.
    • Laboratório de Biotecnologia e de Engenharia de Tecidos: aqui, os alunos terão aulas práticas e executarão projetos de bioquímica, biologia molecular e serão capazes de editar o DNA e fabricar órgãos artificiais com células-tronco.
    • Laboratório de Cinesioterapia: destinado para realizar as atividades práticas de fisioterapia, contém recursos tecnológicos, equipamentos e macas, permitindo o aprendizado relacionado às terapias e avaliações motoras e respiratórias antes de iniciar o estágio com os pacientes. 
    • Laboratório de Simuladores Odontológicos e Odontologia Digital: contém 30 estações que já simulam um consultório odontológico real, totalmente funcional. Equipado com raio-X portátil e digital, câmeras intraorais, lasers, escâner de peças e moldes protéticos e impressoras 3D, é um ambiente único que possibilita um melhor aprendizado das diversas áreas da Odontologia, incluindo todo fluxo digital.

    Além de laboratórios exclusivos, os alunos também têm a oportunidade de realizar a prática em instituições públicas e privadas, seja no próprio Hospital Israelita Albert Einstein ou em Unidades de Saúde administradas pelo próprio Einstein. Saiba mais sobre os cursos:

    Biomedicina
    (Ensino Einstein/Divulgação)

    Engenharia biomédica

    Vagas: 70

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    Duração: 5 anos

    Período: integral

    Perfil do aluno: jovens que pretendem se dedicar a compreender os desafios da saúde e lhe propor soluções, utilizando as bases da matemática, física, química e ciências biológicas, que se somam às áreas das engenharias mecatrônica, eletrônica, de materiais, da computação e biotecnológica para desenvolver inovações tecnológicas que possam auxiliar na prevenção, diagnóstico, tratamento e cura de doenças.

    Características: o curso aposta no desenvolvimento de projetos de engenharia desde o primeiro semestre. O currículo tem forte eixo em gestão e empreendedorismo e, no último ano, os alunos podem optar por trilhas específicas – desenvolvimento de dispositivos biomédicos, engenharia de células e tecidos, inteligência artificial e engenharia de dados biomédicos.

    “Quando surgiu, a engenharia biomédica abordava principalmente a manutenção de aparelhos hospitalares. Agora, o profissional trabalha com biomecatrônica, robótica, nanoterapia e engenharia genética. É uma área em expansão, com um mercado cada dia mais amplo”, explica o coordenador do curso do Einstein, Welbert Pereira. “Nosso programa foi desenvolvido com base em diálogos com instituições de referência global no tema, como o MIT e a Universidade Stanford.”.

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    Diferenciais: imersão, durante todo o curso, no ecossistema Einstein de saúde, ensino, pesquisa e inovação. Aulas práticas em laboratórios com alta tecnologia, ações e interações com médicos e equipe multiprofissional.

    Fisioterapia
    (Ensino Einstein/Divulgação)

     

     

    Fisioterapia

    Vagas: 60

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    Duração: 5 anos

    Período: matutino

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    Perfil do aluno: estudantes dedicados a cuidar de outras pessoas, seja com reabilitação de pacientes, lesionados ou idosos, ou trabalho preventivo na área esportiva e estética. O mercado de trabalho é vasto e dinâmico: há vagas em empresas, indústrias, hospitais, unidades básicas de saúde e clínicas. “O curso coloca os alunos para conhecer o cenário da saúde como um todo, seja nas instituições privadas, seja nas públicas”, diz Karina Timenetsky, coordenadora da graduação em fisioterapia do Einstein.

    Características: a graduação do Einstein faz uso de metodologias ativas que proporcionam uma aprendizagem colaborativa, como o Team Based Learning (TBL). Além disso, desenvolve atividades no Centro de Simulação Realística, onde são replicadas situações reais, para treinar a prática com segurança. 

    Diferenciais: a experiência prática é ofertada desde o início do curso, abrangendo diversas áreas de atuação, por meio de atividades em laboratórios e campos de estágio, como a Clínica-Escola, o Hospital Israelita Albert Einstein e o SUS – em instituições da rede pública administradas pelo Einstein. “No geral, em outras instituições, os alunos demoram para ter contato com a prática. Aqui não, o estágio tem início logo no primeiro semestre”, explica Timenetsky. As especialidades, como a fisioterapia esportiva, também aparecem mais cedo no currículo.

    Ensino Einstein
    (Ensino Einstein/Divulgação)

    Odontologia

    Vagas: 60

    Duração: 5 anos

    Período: integral

    Perfil do aluno: “Para ser um bom dentista é necessário gostar de pessoas, ter empatia, comprometimento e dedicação. É necessário bastante estudo e muita responsabilidade. É importante também ter capacidade para solução de problemas e conhecer sobre gestão e tecnologia”, explica Leticia Bezinelli, coordenadora da graduação em odontologia do Einstein.

    Características: a odontologia está presente no dia a dia do Einstein há mais de 30 anos, e essa prática transparece na graduação. “O curso vai formar cirurgiões-dentistas capazes de articular a saúde bucal e a saúde geral, empreendedores, com responsabilidade social, sintonizados com as novas tecnologias na área odontológica e dispostos a liderar projetos e iniciativas de inovação no âmbito público e privado.”

    Diferenciais: o aluno será capaz de compreender a relação da saúde bucal com a saúde geral, entendendo que ambas têm repercussão sistêmica com impacto na cavidade oral. Além de vivenciar a realidade das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e dos hospitais públicos geridos pelo Einstein, também contará com tecnologia de ponta, dos laboratórios à clínica, com toda infraestrutura de odontologia digital. A matriz curricular contempla, ainda, temas como empreendedorismo, conceitos de gestão e inovação em saúde.

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    As inscrições para o vestibular 2023 estão abertas até o dia 6 de outubro. As provas – primeira fase de medicina e fase única para os demais cursos – acontecem no dia 2 de novembro e são organizadas pela Fundação Vunesp. “A primeira fase consiste em uma prova comum a todos os cursos, com 50 questões objetivas, cinco dissertativas e uma redação”, explica Durval Daniel Filho, coordenador acadêmico da graduação em medicina do Einstein. No caso do curso de medicina, há uma segunda fase, que consiste em uma entrevista que avalia capacidades socioemocionais dos candidatos.

    Para saber mais, acesse o site.

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    Universidades
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