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Greve chega ao fim em universidades federais de Pernambuco, Minas e Rio de Janeiro

Veja a lista de instituições que decidiram acabar com a paralisação

Por da redação - Atualizado em 16 Maio 2017, 13h53 - Publicado em 6 set 2012, 14h55

O Ministério da Educação (MEC) informou que os professores das universidades federais de Minas Gerais (UFMG), Pernambuco (UFPE) e do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) decidiram, em assembleias realizadas na tarde desta quarta-feira (5), encerrar a greve. Na UFMG, o retorno às atividades será imediato e o calendário acadêmico será discutido nesta quinta-feira.

– UFRJ encerra greve e anuncia retomada das aulas

– Alunos de universidades federais em greve são dispensados do Enade

– Técnicos das universidades federais aceitam encerrar greve

Além delas, 16 instituições também já indicaram o fim da paralisação: as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ); do Ceará (UFC); de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA); do Rio Grande do Sul (UFRGS); de Santa Catarina (UFSC); de São Carlos (UFSCar); da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e a Universidade de Brasília (UnB). Também voltaram às aulas os professores dos câmpus de Araguaína, da Universidade Federal do Tocantins (UFT); de Guarulhos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); e de Alegrete, da Universidade Federal do Pampa (Unipampa).

Deliberações nas universidades

Não fizeram greve Término da greve Término da greve em campi isolados Suspensão da greve Indicativo de suspensão da greve
UFRN UFCSPA Unifesp Guarulhos UFFS UFJF
Unifei UFRGS UFT Araguaína   UFRB
  UFSC Unipampa Alegrete   UNIFAL
  UFSCar     UFGD
  UnB      
  UFRJ      
  UFC      
  Unilab      
  UFMG      
  UFPE      
  Unirio      
2 11 3 1 4

Informações: Assessoria de Imprensa do MEC

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A universidade da Fronteira Sul (UFFS) decidiu suspender a greve. Na próxima semana, apresentarão o indicativo de término do movimento as de Juiz de Fora (UFJF), Grande Dourados (UFGD), Recôncavo Baiano (UFRB) e Alfenas (Unifal).

O MEC informou que está recebendo e analisando os planejamentos das universidades com relação à reposição dos dias parados.

A proposta

O governo ofereceu aos professores aumentos que variam entre 25% e 40% sobre os salários de março, já reajustados, a serem pagos em 2013, 2014 e 2015, na proporção de 50%, 30% e 20%. O reajuste, a partir de março de 2013, será de no mínimo 13%. Isso representa impacto de R$ 4,2 bilhões no orçamento federal.

O maior aumento no salário (40%) destina-se ao professor titular com dedicação exclusiva, o que eleva o atual vencimento de R$ 12,22 mil para R$ 17,05 mil. Um professor com doutorado, recém-ingressado na carreira, passa a receber salário de R$ 8,4 mil durante o estágio probatório. Concluído esse período, de três anos, chegará a R$ 10 mil.

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