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Mercado de trabalho permite mais de uma carreira na vida

Para especialista, é importante continuar estudando depois de formado

Por Ana Lourenço Atualizado em 16 Maio 2017, 13h47 - Publicado em 22 ago 2015, 20h43

Antigamente, era comum acharmos que uma pessoa com 65 anos já estava bem idosa. Hoje, não é mais assim: a expectativa de vida do brasileiro aumentou bastante, o que faz uma pessoa de 65 anos ainda ter bastantes anos pela frente. De acordo com o escritor Sidnei Oliveira, que deu palestra neste sábado (22) na Feira Guia do Estudante e já publicou vários livros sobre mercado profissional, o aumento da expectativa de vida fez também com que aumentasse os anos de vida em que gastamos no trabalho.

“Há 30 anos atrás, o jovem iniciava a carreira aos 20 anos, trabalhava por 35 anos e se aposentava aos 55. Hoje, se a expectativa de vida já está em torno de 80 anos, os anos de trabalho aumentam proporcionalmente”, explica. Por isso, segundo ele, não há mais necessidade de escolher um único caminho profissional na vida.

“Na hora de escolher um curso para fazer, não pense que aquela vai ser a sua única profissão. Como vivemos mais, passamos muito mais tempo produzindo, por isso, há tempo mais do que suficiente para reinventar a própria carreira”, diz Sidnei. Assim, se o estudante tiver mais de um interesse, pode simplesmente escolher um curso agora, segui-lo, e depois especializar-se em outro assunto.

Para o escritor, inclusive, os tempos atuais exigem que o profissional continue estudando e buscando aprimorar suas habilidades. “Está cada vez mais comum encontrarmos pessoas com mais de 40 anos nas salas de faculdades. Isso acontece porque o mercado de trabalho pede cada vez mais formação, cada vez mais especialização e que os profissionais saibam combinar diferentes conhecimentos”, explica.

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