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Para professor, ausência de questões sobre gramática na primeira prova da segunda fase da Fuvest 2011 é aspecto positivo

"Nível de dificuldade aumentou, assim como tamanho da prova"; veja a análise do exame aplicado neste domingo (9/1)

Por Júlia Frate Atualizado em 16 Maio 2017, 13h37 - Publicado em 9 jan 2011, 19h51

Para o professor de português do curso Anglo, Eduardo Calbucci, a primeira prova da segunda fase da Fuvest 2011 foi bem elaborada. "Não é uma prova muito difícil, mas notamos que teve um nível de dificuldade maior em relação aos anos anteriores", comenta. 

Segundo Calbucci, além de mais complicada, a prova estava mais longa, visto que diversos exercícios exigiam mais de uma resposta. Em relação à falta de questões de gramática – não havia nenhuma que pedisse conteúdo especifico do assunto – o professor diz considerar como um ponto positivo: "a Fuvest sempre fez questão de fazer perguntas de gramática contextualizadas. Realmente este ano não houve nenhuma, o que foi uma novidade. Mas, eu acho positiva essa postura, pois cada vez mais o que o aluno precisa é ter competência de leitura e escrita". 

Calbucci ressalta também que, em uma prova discursiva, em todas as respostas e na redação o uso adequado da gramática já é avaliado, de forma que ela,de maneira alguma, foi deixada de fora: "as próprias respostas escritas já exigem isso, eles não exigiram conceitos gramaticais expressamente escritos, mas os critérios de correção incluem uma avaliação gramatical. A prova merece mais elogios do que críticas", conclui.

Veja aqui o que candidatos acharam da prova 

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