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Primeiro dia de prova da 2ª fase da Fuvest 2012 foi considerado difícil por professor

Candidatos responderam questões de língua portuguesa e tiveram que escrever uma redação

Por por MARIANA NADAI Atualizado em 16 Maio 2017, 13h37 - Publicado em 8 jan 2012, 19h31

Neste domingo (8), quase 29 mil candidatos realizaram a primeira prova da 2ª fase do processo seletivo 2012 da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), que seleciona estudantes para a Universidade de São Paulo (USP) e para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. A prova, que tinham 10 questões de língua portuguesa e uma redação, foi considerada de grau médio para difícil para o professor Francisco Platão, supervisor de português do curso pré-vestibular Anglo, de São Paulo.

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Para o professor, a prova seguiu o padrão dos anos anteriores, com questões bem-feitas. “É possível perceber que quem faz a prova da Fuvest é uma equipe treinada. Eles seguem uma linha coerente, com questões pertinentes”, diz.

Segundo ele, além de bem trabalhada, a prova foi bastante abrangente. “A banca examinadora soube explorar bem os textos e os temas da língua portuguesa, com questões de norma culta, interpretação de texto, decifração de sentindo”, afirma. E o professor completa: “as questões sobre literatura também estavam muito bem elaboradas, contemplando todas as obras exigidas no vestibular. Acredito que os estudantes que leram os livros, e assim conheciam os textos, souberam responder todas as perguntas”.

Redação abordou tema de política
De acordo com o supervisor de português do cursinho Anglo, a prova foi muito bem-feita, do começo ao fim, o que incluí a redação. “Os textos de apoio dos candidatos para a redação foram bem escolhidos. Acredito que a maior dificuldade do estudante era juntar todos esses textos, analisá-los e incorporá-los em seu próprio argumento”, diz.

O tema, a participação política, não saiu do padrão do vestibular. “As pessoas costumam dizer que a Fuvest cobra questões mais filosóficas, mas eu não acredito nisso. Esse foi um tema bem polêmico, de atualidades, que trabalha diversos pontos de vista. Foi bem escolhido”, afirma Platão.

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