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Professora cria blog para falar mal de aluno

Natalie Munrou, que dá aulas de inglês em uma escola da Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi suspensa após criticar estudantes

Por da redação - Atualizado em 16 Maio 2017, 13h53 - Publicado em 18 fev 2011, 14h03

Há mais de um ano, quando chegava em casa após um dia de trabalho, a professora de inglês Natalie Munrou, que dá aulas em uma escola na Pensilvânia, nos Estados Unidos, contava como havia sido o seu dia. Entre os comentários, a professora reclamava dos seus alunos, em alguns momentos chamando-os de “preguiçosos” ou “rudes”. Até aí, nada de anormal, isso se Natalie não escrevesse tudo em um blog e se nada tivesse sido descoberto.

E foi exatamente isso o que aconteceu. No último dia 9 de fevereiro, Natalie Munrou foi suspensa, por tempo indefinido, da escola em que leciona, por falar mal de seus alunos em seu site “Where are we going, and why are we in this handbasket?” (tradução livre de “Para onde estamos indo e por que estamos nessa situação?”).

Apesar de ser um blog pessoal, lido apenas por seu marido e alguns amigos próximos, a professora não escondia o que fazia, afinal se cadastrou no site com o seu primeiro nome e se identificava com uma foto. Entretanto, seu advogado garante que não há motivos para a suspensão de Natalie, porque ela não fazia nada ilegal – segundo ele, não existe nenhuma política que limite as ações de professores na web. Além disso, a professora não mencionou, em nenhum de seus textos, o local onde leciona ou o nome de seus alunos.

Os posts da professora, que foram removidos, causaram reações polêmicas. Nos últimos dias foram criadas diversas páginas no site de relacionamentos Facebook, algumas defendendo – como a “I support Natalie Munroe” (“Eu apoio Natalie Munroe”), que já recebeu mais de 3 mil “curtir” dos usuários da rede – e outras execrando a atitude de Natalie.

Para a professora, o blog não é nada demais. O site era apenas uma ferramenta para comentar sobre o dia a dia da sua profissão. Assim como qualquer pessoa, Natalie, como ela mesmo diz, reclamava do trabalho, mas não era nada obsessivo.

*Com informações de time.com

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