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UFMG anuncia mudança no cálculo de bônus para o Vestibular 2013

Acréscimo máximo na nota cai para a metade, mas universidade garante que a porcentagem de alunos beneficiados não mudará

Por da redação Atualizado em 16 Maio 2017, 13h34 - Publicado em 7 Maio 2012, 12h01

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) anunciou nesta sexta-feira (4) que irá mudar o cálculo para a concessão de bônus sociorracial no Vestibular 2013.

Os candidatos que cursaram os últimos sete anos no ensino público passam a receber 5% de acréscimo em sua nota – metade do que era concedido até então – na primeira fase (a universidade usa o Exame Nacional do Ensino Médio nessa etapa). Quem, além disso, se autodeclarar negro ou pardo terá acréscimo de 7,5% (pelo sistema antigo, o bônus podia chegar a 15%).

A universidade garante, porém, que a meta de ter 33% de cotistas entre os aprovados no vestibular foi mantida. A mudança seria apenas no critério formal de cálculo, substituindo um polinômio mais complicado por uma regra de três simples.

“Para quem vai fazer o vestibular, na prática, não mudou nada porque a política de inserção de um terço de bonistas do total de aprovados está mantida. A mudança é necessária por causa da alteração no cálculo de transposição da nota do Enem para a UFMG, que não usará mais o polinômio”, explicou a pró-reitora de Graduação da UFMG, Antônia Aranha.

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A coordenadora do Vestibular, Vera Resende, completou: “Não haverá prejuízo para nenhuma das partes envolvidas no vestibular. A política continua sem alteração”.

A mudança vale apenas para a primeira fase do vestibular. Na segunda etapa, o percentual continua sendo 10% para estudantes de escola pública e 15% para os alunos de escola pública que se declararem negros ou pardos.

 

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