Guia do Estudante

8 carreiras que você pode seguir com Rádio e TV

Amanda Previdelli | 22/05/2013

Rádio e TV são as atividades ligadas à criação, à produção, à edição e à direção de programas de rádio, TV e veiculados pela internet.

O mercado de trabalho para esse profissional pode ser considerado estável, com um número de vagas que se mantém por causa do crescimento natural das empresas de comunicação.

Não são poucas as diferentes áreas onde é possível trabalhar com uma graduação em Rádio e TV. Confira as principais:

  • Criação: elaborar roteiros e programas, vinhetas e chamadas de programas para rádio e TV;
  • Coordenação de programação: organizar a grade de programação da emissora, determinando os programas que serão produzidos e os horários que entrarão no ar, segundo critérios comerciais e de audiência;
  • Direção: liderar a equipe de produção. Supervisionar a produção de um programa e a criação de quadros, cuidando do conteúdo e da qualidade técnica;
  • Edição: selecionar sons, imagens e textos que farão parte de cada programa radiofônico ou televisivo;
  • Gestão: administrar o funcionamento de empresas do setor ou de áreas específicas, como comercial, financeira, marketing, além de gerir dados, como os de audiência;
  • Produção: providenciar a infraestrutura necessária para que o programa seja realizado e transmitido, preparando entrevistados, providenciando material de apoio, cuidando de cenários e equipamentos e solicitando o suporte técnico e logístico para as gravações;
  • Roteiro: escrever narrativas e diálogos para novelas, minisséries ou filmes. Preparar blocos de programas em emissoras de rádio e TV;
  • Técnica: operar equipamentos de gravação de imagem e som, iluminação e edição.

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7 carreiras que você pode seguir com Design

Amanda Previdelli | 17/05/2013

Você gosta de Design? O curso de Design ensina as técnicas usadas na criação e no desenvolvimento de projetos gráficos e de comunicação visual e na concepção artística de peças e objetos.

Dependendo de sua formação, mais generalista ou mais voltada para a parte gráfica ou industrial, esse profissional encontra diversos setores de atuação.

O mercado de trabalho está aquecido tanto para bacharéis quando para tecnólogos. A concorrência de produtos do exterior, ao contrário do que se pode imaginar, não dificultou a vida dos designers brasileiros. Pelo contrário: os empresários nacionais agora buscam se mexer para produzir com mais originalidade.

Aliás, tem várias áreas nas quais é possível se trabalhar como graduado em Design. Confira algumas:

- Desenho Industrial: desenhar automóveis, máquinas e equipamentos industriais;

- Design Digital: projetar e desenvolver interfaces para mídias digitais empregando ferramentas de multimídia;

- Design de Embalagens: projetar embalagens adequadas aos produtos, considerando o apelo visual;

- Design Gráfico: criar e reformular o aspecto visual e gráfico de publicações impressas;

- Programação Visual: criar logotipos e marcas para produtos e serviços. Produzir vinhetas para a TV e peças de publicidade;

- Projeto de Produto: desenhar objetos, móveis e utensílios para produção em escala industrial, definindo aspectos estéticos e funcionais. Pesquisar e desenvolver materiais e tecnologias de fabricação;

- Gestão de produto: gerenciar linhas de produtos em grandes fabricantes

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Categoria: Design

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Conheça 8 carreiras para quem faz Engenharia Elétrica

Amanda Previdelli | 08/05/2013

Engenharia Elétrica lida com a geração, transmissão, o transporte e a distribuição de energia elétrica. O engenheiro eletricista planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia.

Ele está habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento de componentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais e clínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências.

O mercado de trabalho para esse profissional, assim como em outras engenharias, está em alta. As áreas de eletrotécnica e automação, especialmente, estão aquecidas.

Confira o que o formado em Engenharia Elétrica pode fazer:

- Automação: projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial;

- Eletrônica: desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição e transmissão de dados;

- Eletrotécnica: planejar e operar sistemas elétricos, da geração à distribuição de energia. Projetar e construir usinas, estações, subestações, redes de geração de energia e equipamentos usados no sistema de geração, transmissão e distribuição;

- Engenharia biomédica: especificar e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios. Projetar, construir equipamentos e fazer manutenção deles;

- Hardware e programação: desenhar componentes e desenvolver sistemas;

- Instrumentação: projetar e desenvolver equipamentos para a realização de medidas, registro de dados e atuadores

- Microeletrônica: projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) destinados a sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outras finalidades;

- Telecomunicações: desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagens e som. Projetar e construir sistemas e equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.

* Dados do Guia do Estudante Profissões Vestibular 2013

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Maria Clara Bugarim, primeira mulher presidente do Conselho Federal de Contabilidade, conta sobre o curso e a carreira de Ciências Contábeis

Carolina Vellei | 07/05/2013

Será que contador só faz conta? Será que é preciso ser muito bom em matemática para trabalhar nesta área? Para tirar todas as dúvidas que invadem a cabeça dos estudantes em época de escolha da profissão, o GUIA DO ESTUDANTE entrevistou Maria Clara Cavalcante Bugarim, a primeira mulher a chegar à presidência do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), para saber mais sobre a carreira e as principais possibilidades do mercado de trabalho para quem quer se aventurar no curso de Ciências Contábeis .

- Saiba mais sobre o curso de Ciências Contábeis na Guia de Profissões do GE

Ela tem mais de vinte anos de experiência na profissão de contadora. Em 2006, foi eleita por unanimidade para comandar o CFC, a mais alta instância da contabilidade no Brasil. Ficou por lá por dois mandatos e, atualmente, é presidente da Academia Brasileira de Ciências Contábeis (Abracicon) e Diretora do Centro de Ciências Administrativas da Universidade de Fortaleza (UniFor), onde dá aulas para turmas de graduação e de pós-graduação.

A escolha da profissão e a entrada no mercado de trabalho

Para Bugarim, ser contadora é coisa de família. Desde pequena ela admirava a profissão de seu pai contador e sempre pensou em seguir a carreira. “Desde pequena eu tenho essa vontade, uma vez que meu pai é contador e já tinha uma empresa, fruto de seu esforço na área”, conta.

- Teste: Será que o curso de Ciências Contábeis é a melhor escolha para você?

- Confira os melhores cursos de Ciências Contábeis do Brasil

Natural da cidade de União dos Palmares, em Alagoas, ainda jovem se mudou para a capital do estado, Maceió, para estudar Ciências Contábeis. Para completar seu currículo, fez ainda as faculdades de Administração de Empresas e de Direito. Desde então, nunca mais parou de estudar e já acumula duas pós-graduações, um mestrado e dois doutorados. “Meu lema de vida é o eterno aprender. Nunca estamos prontos e precisamos ter consciência de que, quanto mais estudamos, mais precisamos aprender para buscar mais qualificações e prestar bons serviços”, explica.

Ainda na graduação, começou a trabalhar em um estágio no Instituto de Previdência de Alagoas. “Fazer estágio é essencial para o estudante encontrar novas oportunidades e agregar habilidades que o diferenciem no mercado de trabalho. O conhecimento da universidade é importantíssimo, mas não é suficiente”, explica.  No instituto, depois de formada, Maria Clara Bugarim trabalhou com orçamentos, planejamento financeiro e plano de contas. Ao longo dos anos, conquistou várias promoções, até chegar ao posto de Diretora Financeira do órgão. Sua dedicação fez com que ela se destacasse na área, a ponto de ser convidada pelo governador de Alagoas para ocupar o cargo de Auditora Geral do Estado, que assumiu prontamente.

O dia a dia da profissão

Para atuar na área de Ciências Contábeis, não é preciso ser um gênio da matemática, como muitos pensam. Bugarim explica que o conhecimento obtido no Ensino Médio já é o suficiente e que hoje o trabalho está muito informatizado. “O saber quantitativo que a profissão exige é praticamente igual ao que as outras [carreiras] pedem. O que é necessário no dia a dia é o domínio de programas de contabilidade, e isso dá pra aprender na graduação”, disse.

Outro ponto essencial, levantado por Bugarim, é o fato de que contador “não faz só conta”. “Uma característica vital é a pessoa ser extremamente empreendedora. É preciso ter o conhecimento técnico, mas somado a isso, também é importante se apresentar à sociedade como um verdadeiro empreendedor, capaz de transformar a comunidade em que trabalha”, revela.

No ambiente empresarial, o contador é responsável pelo registro e controle das receitas, das despesas e dos lucros. Além disso, o profissional também analisa e interpreta a os eventos econômicos que envolvem a companhia e aponta, para os dirigentes, caminhos e soluções para diminuir gastos. Os contadores são essenciais em qualquer empresa porque cabem a eles atividades exclusivas, como auditorias e perícias contábeis, além do pagamento de tributos.

Oportunidades no mercado de trabalho

Segundo dados do Censo divulgado pelo IBGE em 2010, o Brasil já contava com mais de 4,5 milhões de empresas registradas no país. Para Bugarim, essa é uma boa notícia para quem quer trabalhar com a contabilidade. “Não existe no mundo nenhuma empresa, independente do porte, que não precise da figura de um contador”, explica.

Além das empresas privadas, o profissional da área também pode assumir posições em Organizações Não Governamentais (ONGs) e em cargos públicos. Bugarim aponta as seguintes áreas de destaque para a atuação no mercado de trabalho: área governamental, contabilidade comercial, perícia, auditoria e o ensino de Ciências Contábeis.

Mulheres no mercado – Maria Clara Bugarim é uma das grandes lideranças na área de contabilidade em prol da igualdade de direitos entre homens e mulheres na profissão. Segundo ela, nos últimos dez anos, a participação feminina no mercado de trabalho cresceu, principalmente porque a contabilidade é uma área que possibilita a conciliação da vida pessoal com a vida profissional. No entanto, as mulheres ainda não encontram condições igualitárias. “Infelizmente, as mulheres ainda ganham menos, apesar de desenvolverem as mesmas tarefas que os homens, mas acredito que a diferença venha diminuindo”, revela.

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As 15 piores carreiras de acordo com o CareerCast

Amanda Previdelli | 03/05/2013

Péssima notícia para os jornalistas: em um levantamento e rankeamento de 200 carreiras com base em exigências físicas, ambiente de trabalho, salário, estresse e mercado de emprego, o repórter ficou com a pior posição.

A pesquisa foi feita com base em dados dos Estados Unidos. Confira, da pior para a “menos ruim”, as quinze piores carreiras:

  1. Repórter
  2. Lenhador
  3. Militar
  4. Ator
  5. Manutenção de plataformas de petróleo
  6. Fazendeiro (produção de leite)
  7. Leitor de métricas públicas
  8. Carteiro
  9. Instalador de telhados
  10. Comissário de bordo
  11. Fazendeiro
  12. Policial inspetor de cadeia
  13. Fotojornalista
  14. Lavador de pratos
  15. Contador para impostos

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As 15 melhores carreiras de acordo com o CareerCast

Amanda Previdelli | 24/04/2013

O site CareerCast.com fez um levantamento de 200 carreiras diferentes e criou um ranking das melhores e piores com base em cinco critérios: exigências físicas, ambiente de trabalho, salário, estresse e mercado de emprego.

Os dados foram todos retirados de agências dos Estados Unidos.

Confira as 15 melhores carreiras:

1. Atuária

2. Engenheiro biomédico

3. Engenheiro de software

4. Otorrinolaringologista

5. Consultor financeiro

6. Dentista

7. Terapeuta ocupacional

8. Optometrista

9. Fisioterapeuta

10. Analista de sistemas

11. Quiroprático

12. Fonoaudiólogo

13. Fisiologista

14. Professor universitário

15. Médico veterinário

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Categoria: Cursos

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Designer de filmes de Hollywood dá dicas sobre como seguir a carreira de Design na área de entretenimento

Carolina Vellei | 18/04/2013

Já imaginou trabalhar em um estúdio de cinema e um dia ver o seu trabalho assistido por milhões de pessoas? O britânico Neville Page, designer da área de entretenimento, não só conseguiu realizar essa façanha, como também carrega em seu currículo produções premiadíssimas, como o filme “Avatar”, do diretor James Cameron, que revolucionou o cinema em 3D. Ele também assina trabalhos como “Star Trek”, “Lanterna Verde”, “Tron – O Legado” e muitos outros sucessos.

- Saiba tudo sobre o curso de Design na Guia de Profissões do GE

Page conversou com o GUIA DO ESTUDANTE e explicou um pouco mais sobre a sua carreira. O designer esteve no Brasil para participar do lançamento da “Axis School of Visual Effects”, uma escola com foco na formação de especialistas em efeitos visuais, que nasceu de uma parceria entre a escola brasileira de arte digital Saga e a Gnomon, uma dos maiores centros de ensino de design no mundo, localizado em Hollywood, nos Estados Unidos.

O designer Neville Page, em frente a suas criações para o filme Avatar (foto: Carolina Vellei)

A escolha da carreira

Neville Page não começou sua carreira como designer. Antes disso, queria ser ator. Para tentar realizar seu sonho, mudou-se da Inglaterra para a cidade de Los Angeles, onde fica localizado o distrito de Hollywood, e de onde saem as maiores produções cinematográficas norte-americanas. Lá, fez um curso de atuação e até chegou a contratar um agente para cuidar de sua carreira. Fez  alguns testes, mas nenhum deu certo. “Ser uma celebridade não depende só do seu esforço, não é algo que consegue trabalhar para ter. Ou você fica famoso ou não. É preciso ter sorte”, revela, depois de ter tentado por muitos anos trabalhos em Hollywood.

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Tanta dificuldade fez com que Page repensasse a sua carreira. “Percebi que tinha a habilidade de atuação, mas não tinha o controle de quando poderia usá-la. Fiquei desanimado e pensei: ‘quero ter mais controle sobre minha arte’”. Para escolher um novo rumo, ele se lembrou de suas origens e de como gostava de desenhar. Mas tinha um receio em ser artista: a possível instabilidade financeira.

Para garantir uma vida mais estável, Page resolveu se preparar, investindo nos estudos. Entrou na faculdade de Design, que lhe ofereceria mais possibilidades no mercado de trabalho. Ficou quatro anos na “Art Center College of Design” na cidade de Pasadena, no estado da Califórnia. Durante esse tempo, começou a trabalhar em projetos independentes, desenhando animais e outras criaturas para filmes.

A entrada em Hollywood

Assim como é preciso ter sorte para se tornar um ator famoso, também é preciso quase “uma ajudinha divina” para ser designer em filmes de Hollywood. Como explica Page, os filmes que passam no cinema são feitos por grandes associações e estúdios, que funcionam como um clube, restrito a poucos profissionais. “Você não consegue simplesmente pagar e começar a participar deste “clube”, nem é baseado apenas no seu talento. Eu conheço vários artistas incríveis que não conseguem trabalhar em Hollywood. O acesso é baseado na sorte e no apoio que você tem”, comenta.

E a sorte bateu na sua porta. Depois de se formar e de trabalhar em alguns projetos de pós-produção fazendo efeitos visuais (que não tinham como pré-requisito fazer parte de uma associação), o designer ganhou visibilidade e foi convidado pelo diretor James Cameron para fazer um teste. “Quando vi, eu estava lá, na cozinha dele, com outros artistas, desenhando criaturas para um novo filme que ele estava montando”, relembra.  A produção, nada mais era do que Avatar, filme que revolucionou a indústria cinematográfica pelos seus efeitos visuais.

Page foi o responsável por criar o design do Banshee, animal que aparece na imagem (Foto: divulgação)

Como tudo começou com um investimento financeiro bancado pelo próprio diretor, Cameron pode montara a própria equipe, com os melhores profissionais que conseguiu reunir. Depois que um estúdio entrou na jogada para patrocinar o restante da produção, Neville Page já estava lá dentro. Mas, mesmo assim, Page batalhou para se manter nesse time de estrelas. Para continuar no projeto, precisou mostrar que era muito bem capacitado. “James é uma pessoa forte, que tem voz em Hollywood e ele disse que me queria lá com ele”, explica.

Como é o trabalho de um designer em filmes

Neville Page usa uma comparação bem legal para entender como é o seu trabalho: “Fazer um filme é como uma corrida de revezamento. Você termina uma parte e passa para outro profissional, que faz outro trecho e assim por diante”.

O designer fica responsável por desenhar personagens e outros elementos que existirão na produção. Basicamente, o processo é: o profissional de arte é contratado por um diretor de filmes, que lhe envia o roteiro da história. A partir das ideias do roteirista e do diretor, o designer começa a criar as imagens, usando desde lápis e papel, até computação gráfica ou esculturas reais. No final, quando o trabalho estiver terminado, é a vez da equipe de efeitos especiais assumir e, então, começar a dar movimento e encaixar os desenhos com outros elementos do filme.

Mas, se engana quem pensa que o trabalho do designer se limita só ao papel, ao computador ou pequeno modelos. Durante a produção do filme Avatar, Page criou um Banshee – aquele animal alado que os moradores de Pandora utilizavam como meio de transporte – em  tamanho real, para mostrar aos diretores e atores do filme como “funcionava” o animal. “O designer precisa pensar em todas as coisas. O tom, os olhos, a personalidade… Fizemos tudo no papel e depois em um modelo digital no computador. Nós imprimimos um Banshee em tamanho real e em 3D, porque precisávamos descobrir como os atores se movimentavam ao cavalgá-lo. Quando eu vi, estava lá em cima, simulando um voo e pensando ‘é meu bebê’”, confessa Page.

Mercado de trabalho na indústria de entretenimento

Ao se formar em Design, você pode seguir inúmeros caminhos na indústria de entretenimento, não só no cinema, como lembra Page, “o mercado de games também é muito promissor”. Em 2012, a arrecadação da área de jogos com a venda de games e consoles faturou US$ 52 bilhões e superou a indústria cinematográfica. A previsão é de que, até 2017, sejam superados os US$ 75 bilhões com jogos, de acordo com a empresa de consultoria DFC Intelligence.

Além dessas áreas, existem também trabalhos ligados a projetos de internet, com foco na interatividade online, no qual os designers são essenciais. Você também pode trabalhar desenhando comerciais para televisão. “É importante lembrar que quando você está se graduando, você não precisa só trabalhar no cinema. Existem mil possibilidades”, lembra Page.

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Categoria: Artes, Design, Entrevistas

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Conheça 5 carreiras para quem faz História

Amanda Previdelli | 17/04/2013

Você pensa que o curso de História é só para quem quer ser professor? Apesar dessa crença ser muito comum, ela não está correta. Quem faz o curso de História tem muitas opções de carreira para seguir.

História é o campo do conhecimento que estuda o passado humano em seus vários aspectos: economia, sociedade, cultura, ideias e cotidiano. O historiador investiga e interpreta criticamente os acontecimentos, buscando resgatara memória da humanidade e ampliar a compreensão da condição humana.

Confira o que o formando em História pode fazer:

- Autoria e consultoria: produzir e avaliar material didático para o ensino presencial e à distância para editoras ou instituições de ensino

- Consultoria: atuar nas áreas de produção de vídeo e peças de teatro e de turismo histórico;

- Ensino: lecionar história geral ou do Brasil para os ensinos fundamental, médio ou cursos pré-vestibulares. Com graduação, dar aulas na educação superior;

- Memória empresarial: pesquisar a história das empresas e instituições e apresenta-la em livros, artigos ou reportagens

- Pesquisa: investigar temas específicos em arquivos, institutos de pesquisa e universidades para produzir teses, livros e artigo

 

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Conheça as 4 áreas da Carreira Militar

Amanda Previdelli | 10/04/2013

Já pensou em entrar para a vida militar? Perspectiva de crescimento e estabilidade são algumas das vantagens da carreira.

Em compensação, a concorrência para os cursos superiores dessas áreas é das maiores, superando muitas vezes a de Medicina ou Engenharia nas principais universidades brasileiras.

Entre as exigências para quem quer entrar na Aeronáutica, Exército, Marinha ou Polícia Militar, existem critérios em relação à altura e idade, por exemplo.

Além de contarem com alimentação, fardas e assistência médica, os alunos costumam receber ajuda de custo e direito à moradia – quando o curso se dá em sistema de internato. Durante a carreira, o militar tem a oportunidade de realizar cursos, viajar em missões e continuar recebendo o salário integral durante a reserva (aposentadoria).

Os maiores atrativos são a estabilidade da carreira e o fato de a ascensão aos postos superiores ocorrer de maneira programada. Mas atenção: a rotina costuma ser exaustiva e requer respeito incondicional pela autoridade e comprometimento máximo com a ordem, com a ética e com o trabalho em equipe.

Confira as 4 carreiras da área:

Aeronáutica
Exército
Marinha
Polícia Militar

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Conheça os 46 cursos de Engenharia e Produção

Amanda Previdelli | 03/04/2013

Faltam engenheiros e tecnólogos da área de produção para dar conta do crescimento da economia brasileira previsto para a próxima década. A área conta com mais de 40 carreiras diferentes. 

Para trabalhar com engenharia e produção, é preciso ter facilidade para lidar com números, cálculos e projeções, raciocínio lógico e abstrato, capacidade de analisar e resolver problemas, gostar de trabalhar com máquinas e equipamentos e habilidade para trabalhar em equipe. 

As graduações mais procuradas são Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica e Engenharia Química. 

Confira as 46 carreiras de Engenharia e Produção: 

-          Automação Industrial

-          Ciências Aeronáuticas

-          Construção Civil

-          Construção Naval

-          Eletrônica

-          Engenharia Acústica

-          Engenharia Aeronáutica

-          Engenharia Biomédica

-          Engenharia Civil

-          Engenharia da Mobilidade

-          Engenharia de Agrimensura e Cartográfica

-          Engenharia de Alimentos

-          Engenharia de Controle e Automação

-          Engenharia de Materiais

-          Engenharia de Minas

-          Engenharia de Petróleo

-          Engenharia de Produção

-          Engenharia de Segurança no Trabalho

-          Engenharia de Sistemas

-          Engenharia de Telecomunicações

-          Engenharia Elétrica

-          Engenharia Eletrônica

-          Engenharia Física

-          Engenharia Industrial

-          Engenharia Mecânica

-          Engenharia Metalúrgica

-          Engenharia Naval

-          Engenharia Nuclear

-          Engenharia Química

-          Engenharia Têxtil

-          Geoprocessamento

-          Gestão da Produção Industrial

-          Gestão de Qualidade

-          Manutenção de Aeronaves

-          Manutenção Industrial

-          Materiais

-          Mecânica

-          Mineração, Petróleo e Gás

-          Papel e Celulose

-          Pilotagem Profissional de Aeronaves

-          Processos Químicos

-          Sistemas Elétricos

-          Telecomunicações

-          Têxtil e Moda/Produção Têxtil

-          Transporte

-          Viticultura e Enologia

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Categoria: Engenharia

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