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Relatório da Câmara classifica gestão do MEC como “insuficiente”

O texto final aprovado pela Comissão da Câmara aponta fragilidades do planejamento e da gestão do Ministério da Educação

Por Juliana Morales Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 dez 2019, 18h28
Comissão da Câmara aprova relatório que considerou gestão do MEC como ‘insuficiente’
 (Wikimedia Commons/Reprodução)
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  • A comissão externa da Câmara, criada no começo de 2019 pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para acompanhar os trabalhos do Ministério da Educação, aprovou nesta terça-feira (10), de forma unânime, o relatório final. Ele foi apresentado pelo deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), que descreve a gestão do MEC como “insuficiente”.

    O diagnóstico indica metas atrasadas e aponta fragilidade do planejamento e da gestão. Cita, por exemplo, as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) que estão atrasadas, como a da educação em tempo integral.

    O plano era oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas e atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica até 2024. Porém, o estudo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, divulgado em maio, aponta queda nas matrículas em tempo integral. Em 2017, 28,6% das crianças estavam matriculadas. No ano seguinte, a porcentagem caiu para 23,2%.

    O documento traz ainda recomendações a serem seguidas pelo MEC como melhorar a condução de políticas educacionais, além dos prazos para a execução das propostas. Entre elas, o desenvolvimento de uma plataforma online contendo metas, objetivos e indicadores de desempenho, pelo MEC e/ou o Poder Legislativo. 

    Em entrevista ao jornal O Globo, a presidente da comissão externa, Tabata Amaral (PDT-SP), afirmou que “a comissão fez 12 visitas ao MEC e nove audiências públicas, e também avaliou documentos oficiais para dar uma ‘parecer técnico’ da gestão. Foram feitas 52 recomendações ao Ministério da Educação e outras 12 para a própria Câmara dos Deputados, que serão entregues ao presidente da Casa, Rodrigo Maia”.

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    Segundo a deputada federal, o relatório é descritivo e de sugestões, portanto, não tem poder para obrigar o executivo ou o legislativo para que tomem alguma medida. O texto final deverá ser entregue ao presidente da Câmara, à Comissão de Educação, que é capaz de aprovar os projetos sugeridos, e ao MEC.

     

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