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Dúvidas de português

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“Presépio” ou “prezépio”: qual é o certo?

É "presépio" ou "prezépio"? A regra "s" ou "z" da língua portuguesa ajuda a explicar!

Por Ludimila Ferreira
Atualizado em 6 dez 2023, 13h18 - Publicado em 6 dez 2023, 13h17

Final do ano chegou e a sua mãe te pede para montar a lista de compras para o Natal. Um dos itens que você não pode esquecer é o presépio… opa, ou seria prezépio? Neste caso, não tenha dúvidas: vá de “presépio”, com “s”. Espera aí que a gente te explica como funciona a regra da língua portuguesa que dita a ortografia dessa palavra.

Quando o “s” tem som de “z”

A norma mais conhecida é de que, entre duas vogais, o “s” tem som de “z” – como ocorre com o “presépio”, em que o “s” fica entre duas letras “e”. Porém, esse não é o único ponto que você precisa levar em consideração na hora de escrever. O “s” também tem som de “z” quando está entre uma vogal e a consoante anasalada “n”, como na palavra “trânsito” por exemplo.

Além disso, ele também assume o som de “z” em palavras terminadas em -oso, -osa, -esa, -isa, -ose, -ise, -ase, -ese, como por exemplo em “majestoso”, “pretensiosa”, “francesa”, “poetisa”, “lactose”, “análise”, “crase” e “síntese” respectivamente.

+ “Atrás” ou “atraz”:  qual é o certo?

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A regra do “s” ou “z” também se aplica as formas conjugadas dos verbosquerer” e “pôr”, como nas conjugações “quiser” e “puser”, além de nos verbos derivados de pôr – um exemplo é “impor”, que também vai levar o som de “z” quando conjugado para “impuseram”. Em verbos conjugados terminados em -isar, derivados de palavras com a raiz escrita com “s”, também vamos ter o som de “z”. É o caso de “analisar”.

E mais: nem só de verbos vive a regra do “s” ou “z”. Ela também se estende aos substantivos derivados de verbos terminados em -nder e -ndir, como “defender”, que se torna “defesa“. Outro erro comum é achar que os diminutivos de substantivos escritos com “s” serão escritos com “z” – como por exemplo nas palavras “casinha” ou “mesinha”.

Por fim, outra aplicação do “s” com som de “z” ocorre com os ditongos. O ditongo decrescente é o encontro de uma vogal com uma semi-vogal, como na palavra “lousa”. Já o ditongo crescente,  é o encontro de um semi-vogal com uma vogal, como na palavra “hipocrisia”. Por fim, palavras iniciadas com vogal e formadas pela derivação prefixal de -des, também assumem o som de “z” na fala, como na palavra “desobedecer”.

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