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Confira as notas máximas e mínimas do Enem 2016

Apenas um candidato obteve mais que 800 na prova de Linguagens e Códigos

Por da Redação Atualizado em 11 ago 2017, 17h20 - Publicado em 18 jan 2017, 14h10

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou em relatório os resultados individuais do Enem 2016. Só 77 candidatos tiveram nota máxima na redação e uma pessoa conseguiu somar mais de 800 pontos na prova de Linguagens. Veja as notas por área do conhecimento:

Ciências humanas e suas tecnologias
Média: 536
Mínima: 317,4
Máxima: 859,1
1.804 zeraram a prova

Linguagens e códigos e suas tecnologias
Média: 523,1
Mínima: 287,5
Máxima: 846,4
3.862 zeraram a prova

Matemática e suas tecnologias
Média: 493,95
Mínima: 309,7
Máxima: 991,5
5.734 zeraram a prova

Ciências da natureza e suas tecnologias
Média: 482,3
Mínima: 316,5
Máxima: 871,3
3.109 zeraram a prova

  • Redação

    Apenas 77 candidatos alcançaram a nota máxima (1000). O número total de estudantes que levaram nota zero ou tiveram a anulação da prova foi de 291.806. Dentre os principais motivos, estão:

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    – Não comparecimento ao segundo dia ou apresentação da redação em branco: 206.127.
    – Fuga ao tema: 46.874
    – Parte desconectada: 13.276
    – Cópia de texto motivador: 8.325
    – Texto insuficiente: 7.348
    – Não atendimento ao tipo textual: 3.615
    – Trechos que ferem os direitos humanos: 4.798 redações.

    Como o Inep chega à nota de cada área?

    Essa nota é calculada pelo por meio da Teoria de Resposta ao Item (TRI), modelo estatístico que permite que diferentes edições da prova sejam comparáveis. Veja como funciona:

    – Para o cálculo da nota, leva-se em conta não apenas o número de acertos do candidato, mas também o nível de dificuldade de cada item. As perguntas são divididas previamente em grupos: fáceis, médias e difíceis. Elas estão misturadas ao longo da prova e não estão sinalizadas, o estudante não sabe qual questão pertence a qual grupo.

    – Através de estatísticas e teorias matemáticas, a TRI analisa as respostas do aluno: se constata que ele errou muitas perguntas da categoria “fácil” e acertou muitas perguntas da categoria “difícil”, considera o fato estatisticamente improvável e deduz que ele chutou.

    – Assim, a média do aluno que chutou cai. No final, a nota não depende apenas do valor absoluto de acertos. Depende também da dificuldade das questões que se acertou ou errou.

    Para o Enem, o objetivo da TRI é evitar que o candidato consiga se valer do fator sorte na hora de responder as questões. Assim reforça-se a cultura de que o importante é uma boa preparação para a prova, uma leitura calma e concentrada das questões e uma reflexão consistente na hora de respondê-las. Chute não tem lugar.

    O relatório do Inep pode ser consultado neste link.

     

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