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6 documentários sobre mulheres dirigidos por mulheres

Essas produções aumentam seu repertório e podem servir de inspiração

Representatividade é um termo que tem sido incluído em diversas discussões quando se trata de mercado de trabalho de maneira geral. Minorias, muitas vezes, são deixadas de lado na hora da seleção e não conseguem ocupar cargos de relevância em determinados setores.

A sétima arte não é uma exceção. Quando se trata da equipe por trás das câmeras, ou seja, diretores, produtores e roteiristas, por exemplo, a grande maioria é formada por homens. 

Para se ter uma ideia, no Oscar de 2018, a atriz Frances McDormand abordou o tema em seu discurso ao ganhar a estatueta. Depois de pedir que as mulheres indicadas se levantassem, mencionou a “cláusula de inclusão”, que propõe pelo menos 50% de diversidade no elenco e na equipe técnica de produções. 

Por causa desses fatores, trazer esse tema à tona é extremamente relevante. Separamos 6 documentários sobre mulheres dirigidos, ou produzidos, por mulheres. Confira: 

What Happened, Miss Simone? (Estados Unidos, 2015) 

 (Netflix/Reprodução)

Você conhece Nina Simone? A cantora norte-americana foi uma ativista em prol dos direitos civis dos negros. Dirigido por Liz Garbus, a obra reúne entrevistas com amigos e familiares da artista, além de contar toda sua trajetória musical e como militante.

O documentário foi indicado ao Oscar em 2016. 

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Embrace (Austrália, 2016)

Depois de passar por três gestações, a australiana Taryn Brumfitt resolveu fazer uma cirurgia plástica para “melhorar” sua aparência. Ao tomar essa decisão, começou a refletir se a melhor alternativa não seria construir uma nova relação com o seu corpo.

No documentário Embrace, ela apresenta entrevistas com diversas mulheres ao redor do mundo para retratar como elas se relacionam com as próprias imagens.

A Filha da Índia (Reino Unido e Índia, 2015)

Em 2012, uma estudante indiana chamada Jyoti Singh foi estuprada e morta por seis homens em Nova Déli. O crime, foco do documentário de Leslee Udwin, gerou grandes protestos na Índia e até mudanças nas leis.

She’s Beautiful When She’s Angry (Estados Unidos, 2014) 

Na década de 1960, o movimento feminista ganhou força nos Estados Unidos. Mary Dore retrata diversos acontecimentos da época e entrevistas com integrantes de grupos que lideravam a defesa dos direitos das mulheres.

Confira o trailer aqui.

Marias: A Fé no Feminino (Brasil, 2015) 

 (Netflix/Reprodução)

Cada país tem diferentes formas de comemorar as mesmas datas ou homenagear determinadas figuras.

Em Maria: A Fé no Feminino, a diretora Joana Mariani mostra como são realizadas as festas e homenagens à Virgem Maria no Brasil, em Cuba, no México e no Peru. No decorrer do documentário, ela também registra o relato e as histórias de mulheres das regiões em que passa.

Disponível aqui.

CodeGirl (Estados Unidos, 2015)

Assim como no Cinema, a representatividade de mulheres na área de desenvolvimento de aplicativos é baixa. Estudos levantados pelo documentário CodeGirl apontam que 80% dos profissionais da área são homens.

A partir disso, a diretora Lesley Chilcott mostra equipes de garotas de diversas regiões envolvidas em uma competição de tecnologia. O Brasil não fica de fora e objetivo delas é criar um aplicativo que possa causar um impacto positivo em suas comunidades.

My Beautiful Broken Brain (Reino Unido, 2014)

Uma mulher chamada Lotje Sodderland sofreu um derrame aos 34 anos, perdendo sua visão e sua audição. Com isso, as palavras que ela pronunciava se tornaram incompreensíveis e ela passou a ver flashes de cor. 

Dessa forma, Lotje sentia que sua própria vida parecia um filme de David Lynch, diretor de um diretor chamado David Lynch, e resolver escrever para ele e produzir um documentário junto com Sophie Robinson.

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