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Alexandre de Moraes comete erro de português em decisão sobre Bolsonaro; veja o certo

Ministro do STF trocou “mas” por “mais” em frase que viralizou nas redes; entenda por que o uso foi incorreto

Por Luccas Diaz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
24 jul 2025, 15h00 • Atualizado em 24 jul 2025, 15h52
O ministro Alexandre de Moraes
 (Agência Brasil/Reprodução)
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  • O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes cometeu um deslize de português nesta quarta-feira (24), ao redigir a decisão que negou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que discursou em frente à Câmara, mesmo sob medida cautelar. Ainda que tenha optado por considerar o ato do ex-presidente uma irregularidade isolada — e, portanto, não o suficiente para declarar uma prisão preventiva —, Moraes salientou um recado no texto: “a Justiça é cega mais não é tola”.

    Sim, ele cometeu o clássico erro de escrever “mais” no lugar de “mas”.

    A frase viralizou imediatamente nas redes sociais, gerando críticas ao erro gramatical do ministro. Pouco depois, Moraes corrigiu o documento com a forma correta do termo na frase.

    Printscreen com erro original do ministro do STF, que escreveu
    Ministro cometeu o clássico de erro de trocar “mas” por “mais” (Metrópoles/Reprodução)

    Quando usar ‘mas’ e ‘mais’?

    “Mas” é uma conjunção que indica oposição. Um jeito fácil de confirmar se o uso está correto é trocando por expressões como “porém”, “contudo” ou “entretanto”. Se fizer sentido, é porque o certo é escrever “mas”, como em “Estudei muito, mas não fui bem na prova.”

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    Já “mais” é, na maioria das vezes, um advérbio de intensidade, contrário de “menos”. Por exemplo: “Queria mais tempo para revisar o conteúdo.”

    Na frase de Moraes, o sentido era de contrariedade. “A Justiça é cega, mas não é tola” — por isso, o uso de “mais” foi incorreto. Ah! E outro detalhe: gramáticos podem afirmar também que faltou uma vírgula antes do “mas”, pois, nesse contexto, ele liga duas orações com sentidos opostos.

    Então, se até o ministro do STF cometeu esse deslize, pode ficar tranquilo que você não será nem o primeiro e nem o último. A dica é sempre revisar com atenção depois de escrever!

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