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Defesa e Gestão Estratégica Internacional

Este bacharel é preparado para formular e executar políticas públicas estratégicas para a defesa da sociedade

Este bacharel é preparado para formular e executar políticas públicas estratégicas para a defesa da sociedade. Defesa, neste caso, não diz respeito apenas a riscos de eventuais agressões militares vindas de outros países. A área de atuação envolve, também, aspectos ambientais e sociais que podem representar ameaça ao bem-estar e à segurança de toda a coletividade.

O bacharel é preparado, por exemplo, para desenvolver políticas contra o aquecimento global, ou, na área de direitos humanos, ações de combate à tortura e à escravidão. Ele domina, ainda, grandes questões relacionadas à saúde coletiva, como fome e epidemias, e está apto para atuar como negociador de acordos de paz e conflitos internacionais.

Dúvida do vestibulando

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE DEFESA E GESTÃO ESTRATÉGICA INTERNACIONAL, SEGURANÇA PÚBLICA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS?
O profissional em Defesa e Gestão Estratégica Internacional cuida da área de defesa e segurança na dimensão global. Seu campo de atuação não se limita às questões militares, mas também sociais, ambientais e até diplomáticas, sempre mirando a redução de riscos para a população.

Já o profissional em Segurança Pública lida com os temas de ordem pública no âmbito nacional priorizando a defesa de indivíduos, grupos e organizações.

E quem faz Relações Internacionais tem como principal foco as relações diplomáticas entre os países, reforçando o relacionamento, as parcerias e o comércio entre eles.

O que você pode fazer

Análise: pesquisar e examinar de maneira crítica os cenários político, econômico e social, tanto no plano doméstico quanto no internacional, como forma de embasar políticas e programas públicos.

Assessoria internacional: assessorar empresas, ONGs e órgãos públicos nas áreas de direitos humanos, cooperação internacional, meio ambiente, saúde, energia, segurança, entre outros temas.

Assessoria de mídia: assessorar órgãos de imprensa na análise de conjuntura, cobertura de guerras e eventos globais, como encontros de cúpula.

Consultoria: prestar consultoria para empresas públicas e privadas para a compra de materiais de segurança de fornecedores do exterior. Cuidar desde a escolha do fornecedor, os trâmites legais da compra, despacho, entrada do material no país e transporte até a entrega para a empresa.

Defesa: elaborar estratégias para garantir a segurança nacional. Criar planos de defesa em regiões de fronteira visando à segurança do país.

Elaboração de programas: propor e gerir planos de defesa nacional, de cooperação e inserção internacional nos campos econômico, político, ambiental ou social. Elaborar ações de combate à fome, à escravidão e à tortura, entre outros.

Ensino: dar aulas em institutos civis e militares que preparam profissionais para lidar com as questões de defesa, segurança e estratégia.

Gestão: gerenciar ou assessorar ONGs voltadas a questões políticas, de saúde coletiva, segurança pública, meio ambiente ou cultura.

Intermediação: atuar como mediador em negociações durante crises ou conflitos econômicos, políticos, militares ou sociais.

Mercado de Trabalho

Existem poucos profissionais no mercado. A primeira turma da UFRJ (única escola a oferecer esse curso) se formou em 2013. O principal campo de atuação do graduado está em empresas ou agências governamentais, principalmente nas federais, mas também nas estaduais e municipais.

A indústria de armamentos e equipamentos de defesa também demanda este bacharel. Ele pode atuar como empregado ou consultor autônomo, elaborando cenários e fazendo análise de risco para empresas que atuem em zonas de guerra ou com atividade de grupos terroristas.

Uma empreiteira, por exemplo, pode contratar o bacharel para avaliar se vale a pena fechar um contrato para construir uma estrada no Oriente Médio, uma das regiões mais conflituosas do planeta.

A área de ensino também pode ser um bom caminho, já que o Ministério da Defesa, por meio da Política de Ensino de Defesa, incentiva a formação de pessoal especializado para lidar com políticas públicas nas áreas de defesa nacional, cooperação entre países e operações de paz.

Curso

Por abordar diversos aspectos da coletividade, o curso é ministrado por professores de diferentes unidades da UFRJ, que envolvem as áreas de direito e economia, mas também ciências da saúde – por isso, é considerado interdisciplinar.

A grade curricular se divide em cinco eixos: defesa e política internacional; direito e economia; gestão estratégica; política, história e geografa; meio ambiente e saúde.

Há, ainda, matérias optativas: geopolítica, fundamentos da economia, política externa e história dos grandes conflitos mundiais são alguns dos temas estudados ao longo do curso.

O trabalho de conclusão de curso deve ser uma monografa dentre os eixos abordados durante a graduação. O estágio é obrigatório e precisa ser realizado em instituições civis ou militares.

Duração média: 4 anos.

 

Legenda:

Estrelas da Avaliação do Guia do Estudante

★★★★★ - Excelente

★★★★ – Muito bom

★★★ - Bom

CPC – Conceito Preliminar de Curso ① ② ③ ④ ⑤ 

O CPC é o indicador do Ministério da Educação que mede a qualidade dos cursos. Ele varia de 1 (menor valor) a 5 (maior valor). Ele está informado na ficha do curso para todas as graduações que tinham esse indicador disponível (fonte: site do Inep, anos 2014, 2013 e 2012). 

Cifrões – Referem-se às faixas de preço da mensalidade:

$ - Até 500,00 reais

$$ - De 500,01 a 750,00 reais

$$$ - De 750,01 reais a 1.000,00 reais

$$$$ - De 1.000,01 a 1.500,00 reais

$$$$$ - Acima de 1.500,01 reais

n/i - Valor não informado