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Engenharia de Transporte e da Mobilidade

É a área da engenharia responsável pela infraestrutura de transporte

É a área da engenharia responsável pela infraestrutura de transporte. O profissional faz o planejamento da construção e da manutenção da infraestrutura viária e de terminais rodoviários, ferroviários, portuários e aeroportuários. Planeja e coordena serviços e sistemas de transporte e elabora projetos de engenharia de tráfego, monitorando o fluxo de veículos nas vias.

Nas cidades, atua na viabilização da mobilidade urbana, cuidando da sinalização viária, da gestão e do planejamento do transporte urbano. É de sua responsabilidade, ainda, a definição do cronograma físico e financeiro das obras e a fiscalização dos serviços. Atua também na logística de cargas e de pessoas.

Pode trabalhar em empresas de construção civil especializadas em obras de transporte, em secretarias municipais e estaduais de transporte e mobilidade, em órgãos controladores de tráfego e empresas de logística e de transporte.

Veja também

O que você pode fazer

Infraestrutura Planejar a construção de pontes, rodovias, avenidas, viadutos e outras obras de melhoria do trânsito.

Logística Determinar como será feito o transporte de cargas, apontando o tipo de veículo, o trajeto a ser feito, tempo, custo e até armazenagem dos produtos.

Manutenção Definir o cronograma de manutenção de vias de transporte e de veículos (ônibus, carros, barcos, trens etc.).

Planejamento viário Identificar as necessidades de transporte de uma região e propor melhorias no sistema. Monitorar o fluxo de veículos numa determinada via e definir a sinalização viária.

Mercado de Trabalho

A necessidade de o país melhorar sua rede de transportes para escoar com agilidade a produção agroindustrial e solucionar os problemas de mobilidade nos grandes centros urbanos evidencia a necessidade desse profissional. Uma pesquisa recente da confederação nacional do transporte (CNT) mostrou que 58% das estradas brasileiras sofrem com problemas de infraestrutura, como pavimentação precária e falta de sinalização.

Ações do governo, como o Programa de Parcerias de investimentos (PPI), que prevê a destinação de recursos para obras de infraestrutura, ajudam a movimentar o mercado.  Mas, como ocorreu em outros setores, a crise econômica ainda gera reflexos na área.

A expectativa é que, com a retomada do crescimento, o setor, considerado vital para o país, volte a demandar profissionais. As áreas de logística, infraestrutura de transportes e planejamento urbano são as que mais empregam profissionais. Os grandes centros urbanos concentram as melhores oportunidades.

Curso

A grade curricular apresenta matérias básicas, como matemática, física, química e informática nos primeiros semestres do curso. Em seguida, é a hora das disciplinas específicas, como engenharia dos fluidos e resistência de materiais, mescladas a matérias de meio ambiente, geologia e metrologia. Nos dois últimos anos da graduação, os alunos têm conteúdos mais específicos, que mudam conforme a ênfase do curso.

Naqueles dirigidos à mobilidade, o estudante aprende regulação e manutenção de sistemas de transporte, mobilidade sustentável, economia dos transportes e planejamento urbano e rural, entre outras. Em transportes, tem aulas sobre fenômenos de transporte, demandas por transporte, logística, operações de terminais e impactos ambientais dos transportes. Já em infraestrutura, o foco é no projeto de construção de vias com aulas de topografia, geologia, materiais de construção, hidráulica e geomática.

O curso exige estágio e trabalho de conclusão de curso. Atenção: a UFSC, em Joinville (SC), oferece o bacharelado em engenharia Ferroviária e Metroviária, e a UFPA, em Belém (PA), em Engenharia Ferroviária e Logística. nesse caso, os cursos são focados no planejamento, monitoramento e manutenção de trens e na gestão ferroviária.

Duração média: 5 anos.

Outros nomes: Eng. da Mobilidade; Eng. de Infraestrutura; Eng. de Transp.; Eng. de Transp. e Log.; Eng. Ferroviária e Log.; Eng. Ferroviária e Metroviária.

 

Legenda:

Estrelas da Avaliação do Guia do Estudante

★★★★★ - Excelente

★★★★ – Muito bom

★★★ - Bom

CPC – Conceito Preliminar de Curso ① ② ③ ④ ⑤ 

O CPC é o indicador do Ministério da Educação que mede a qualidade dos cursos. Ele varia de 1 (menor valor) a 5 (maior valor). Ele está informado na ficha do curso para todas as graduações que tinham esse indicador disponível (fonte: site do Inep, anos 2014, 2013 e 2012). 

Cifrões – Referem-se às faixas de preço da mensalidade:

$ - Até 500,00 reais

$$ - De 500,01 a 750,00 reais

$$$ - De 750,01 reais a 1.000,00 reais

$$$$ - De 1.000,01 a 1.500,00 reais

$$$$$ - Acima de 1.500,01 reais

n/i - Valor não informado