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Estudos de Gênero e Diversidade

Este profissional atua na avaliação, no planejamento, na implantação e na execução de políticas públicas com enfoque na diversidade humana e social

Por Redação Atualizado em 17 Maio 2019, 17h28 - Publicado em 24 Maio 2012, 15h13
GE/Guia do Estudante

Este profissional atua na avaliação, no planejamento, na implantação e na execução de políticas públicas com enfoque na diversidade humana e social.

Ele analisa problemas e busca solução para questões como o respeito à igualdade de direitos entre homens e mulheres, pessoas de diferentes etnias, orientação sexual e idades.

O bacharel atua em organismos municipais e estaduais, cooperativas, ONGs e empresas que tenham ações de responsabilidade social.

Também pode seguir carreira acadêmica, desenvolvendo estudos na área em universidades e em institutos de pesquisa.

O que você pode fazer

Pesquisas: realizar estudos sobre a igualdade de gênero e etnia no país ou em determinada amostra da população.

Políticas públicas: formular, executar e avaliar políticas públicas voltadas para questões relacionadas à promoção da diversidade social e humana.

Projetos sociais: administrar e assessorar ações e atividades em torno dos direitos humanos.

  • Mercado de Trabalho

    Em 2013 graduou-se a primeira turma desse curso, oferecido apenas pela Universidade Federal da Bahia (UFBa). Há vagas em instituições públicas que trabalham com políticas relativas a desigualdade socioeconômica, diversidade de gênero e raça, idade e orientação sexual.

    A exemplo do governo federal, que criou a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, alguns governos estaduais, como o da Bahia, e algumas prefeituras, como a do Recife, instituíram órgãos voltados para esse tipo de políticas públicas. Essas ações têm aquecido o mercado.

    vagas também no terceiro setor, principalmente em ONGs que trabalham com o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), com o combate à violência contra a mulher e com grupos em situação de vulnerabilidade, como comunidades quilombolas e moradores de rua.

    Existem boas oportunidades em agências de cooperação e organismos internacionais, como Unesco e Unicef. O egresso pode, ainda, prestar consultoria ao setor privado, a políticos e a partidos. Empresas que participam do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, do governo federal, por exemplo, têm carência de profissionais. Boa parte dos bacharéis é absorvida pelo setor acadêmico.

    Curso

    O primeiro ano do curso é de formação geral, com disciplinas como introdução ao estudo de gênero, organização política e metodologia científica. A partir do segundo, a grade curricular apresenta matérias específicas, como gênero e violência, gênero e relações de poder, desenvolvimento regional, gênero e estado e gênero e políticas públicas. A partir do terceiro ano, é obrigatória a realização de estágio supervisionado, e, ao final do curso, é preciso apresentar uma monografia.

    Duração média: 3,5 anos.

     

    Legenda:

    Estrelas da Avaliação do Guia do Estudante

    ★★★★★ - Excelente

    ★★★★ – Muito bom

    ★★★ - Bom

    CPC – Conceito Preliminar de Curso ① ② ③ ④ ⑤ 

    O CPC é o indicador do Ministério da Educação que mede a qualidade dos cursos. Ele varia de 1 (menor valor) a 5 (maior valor). Ele está informado na ficha do curso para todas as graduações que tinham esse indicador disponível (fonte: site do Inep, anos 2014, 2013 e 2012). 

    Cifrões – Referem-se às faixas de preço da mensalidade:

    $ - Até 500,00 reais

    $$ - De 500,01 a 750,00 reais

    $$$ - De 750,01 reais a 1.000,00 reais

    $$$$ - De 1.000,01 a 1.500,00 reais

    $$$$$ - Acima de 1.500,01 reais

    n/i - Valor não informado

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