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PMs universitários poderão fazer policiamento na USP

Universidade também quer apoio de um grupo especializado da Polícia Civil

Por da redação Atualizado em 16 Maio 2017, 13h32 - Publicado em 31 Maio 2011, 18h26

Após a morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, ocorrida no último dia 18, a reitoria da Universidade de São Paulo (USP) enviou para a Secretaria de Segurança Pública (SSP) do estado um protocolo de cooperação para a ampliação da segurança no campus da Cidade Universitária, na zona Oeste de São Paulo. Entre os pedidos, está a criação de uma unidade da Polícia Militar especializada no público universitário, formado por policiais que cursam graduação e pós-graduação na USP.

Além do reforço na atuação da PM, que contará com a instalação de pelo menos uma base móvel no campus e policiamento com bicicletas durante os fins de semana, a reitoria pediu a ampliação da presença da Polícia Civil. A proposta é que a Polícia Civil crie um destacamento especializado na investigação de crimes dentro da universidade.

Enquanto a SSP não aprova o protocolo de segurança, a USP decidiu realizar um monitoramento próprio, para amenizar a violência na instituição. A universidade vai registrar placas de veículos e gravar imagens dos motoristas que passarem pelas portarias. As passagens de pedestres também serão monitoradas por câmeras.

O efetivo da Guarda Universitária também será aumentado. Hoje são 106 agentes, com 58 atuando em patrulhas – a intenção é que 30 homens a mais desempenhem a tarefa. Um novo sistema de iluminação só deve ficar pronto em nove meses.

*Com informações da Agência Estado

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