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UEM divulga mudanças que afetarão seus processos seletivos

A instituição alterou o método de avaliação da prova de língua estrangeira e anunciou que adotará o processo de vagas remanescentes

Por Redação Atualizado em 31 mar 2017, 18h49 - Publicado em 31 mar 2017, 18h44

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulgou que mudará alguns aspectos do seu processo seletivo. As alterações têm relação com o critério de peso da prova de língua estrangeira e com o aproveitamento de vagas remanescentes do vestibular. Ambas afetam o modo de ingresso dos candidatos à instituição.

A partir deste ano, a prova de língua estrangeira não será mais de caráter eliminatório, mas classificatório. Isso quer dizer que, mesmo que o candidato zere nesta parte da avaliação, ainda poderá continuar concorrendo a uma vaga e não será suprimido da disputa.

O motivo dessa decisão se encontra na alta taxa de candidatos reprovados em anos anteriores por causa desta disciplina. Em 2014, cerca de 40% dos inscritos no processo seletivo da UEM foram eliminados por esta razão.  Além disso, outros grandes vestibulares, que servem de referência na área, adotam este estilo avaliativo, como é o caso da Fuvest, da Unicamp e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Com relação à outra mudança, a UEM agora passa a adotar o processo de preenchimento de vagas remanescentes para os cursos de graduação. Este procedimento tem o intuito de dar a oportunidade de ingresso tanto para candidatos que prestaram o próprio vestibular da instituição, como para os que participaram do Processo de Avaliação Seriada (PAS).

A classificação para estas posições será feita através de uma nova conta, que somará as notas que os inscritos tiraram nas prova de conhecimentos gerais e na redação. Em última estância, serão utilizados os pontos que os candidatos fizeram no Enem, caso eles tenham prestado a prova nos últimos três anos.

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