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Como funciona a iniciação científica?

Programa permite um primeiro contato com a pesquisa acadêmica

Por Ana Prado - Atualizado em 18 abr 2018, 18h38 - Publicado em 18 abr 2018, 18h35

A faculdade não serve apenas para preparar você para o mercado de trabalho: ela também é a porta de entrada para quem deseja seguir a carreira acadêmica, desenvolvendo pesquisas e atuando como professor universitário.

Se você tem algum interesse em seguir esse caminho, ou se apenas quiser se aprofundar em algum tema de pesquisa, vale a pena considerar uma iniciação científica.

Trata-se de um programa voltado a alunos de graduação que permite desenvolver ou participar de um projeto de pesquisa em qualquer área do conhecimento, sempre com a orientação de um pesquisador experiente vinculado à sua universidade.

O estudante pode fazer sua pesquisa com ou sem o auxílio de bolsas de fomento, como aquelas oferecidas pela FAPESP, CNPq ou CAPES. 

A iniciação geralmente dura um ano, e é preciso entregar um relatório parcial após seis meses e outro, final, após doze meses de pesquisa.

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Estimativas mostram que quem faz iniciação tem uma probabilidade 2,2 vezes maior de concluir um mestrado do que aqueles que não participam desse tipo de atividade.

E isso faz sentido, já que permite ao aluno ter um contato bem maior com o mundo acadêmico e práticas de pesquisa. Dessa maneira, você já vai descobrir logo se realmente curte fazer isso e, se quiser fazer um mestrado depois de se formar, poderá começar com mais experiência – o que é sempre bom.

O Jornal da Universidade de São Paulo (USP) publicou um infográfico que explica de um jeito bem simples como a iniciação científica funciona. Veja abaixo!

E para quem se interessou e ainda está está no colégio, algumas universidades oferecem um programa de pré-iniciação científica. Veja neste link.

Disponível em http://jornal.usp.br/universidade/iniciacao-cientifica-e-o-primeiro-passo-para-se-tornar-pesquisador/ Larissa Fernandes/Jornal da USP/Reprodução

 

 

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