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7 livros para quem ama Pedagogia

Estas obras estão repletas de fatos e reflexões sobre a educação no Brasil e no mundo

Por Julia Di Spagna 27 jul 2020, 20h58

Quem se forma em Pedagogia trabalha para garantir e melhorar a qualidade da educação. O profissional envolve-se com princípios e métodos de ensino, a administração de escolas e a condução dos assuntos educacionais. Existem dois grandes campos de atuação: a administração e a atuação como professor, de modo que o pedagogo pode tanto gerenciar e supervisionar o sistema de ensino e orientar professores e alunos quanto dar aulas.

Se você pretende cursar Pedagogia ou mesmo sente interesse pela área da educação como um todo, deve conferir as sete obras que separamos abaixo. Os livros reúnem teorias, fatos e reflexões que farão você mergulhar nesse universo. 

Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire

Lançado em 1974, o livro é o terceiro mais citado no mundo em trabalhos na área de humanidades. Nele, Freire discute a importância da democratização da educação e da possibilidade de usá-la como um instrumento de transformação. Ele também aborda temas, como opressão, manipulação e invasão cultural, e sugere a pedagogia como uma forma de libertação.

Em cada capítulo, para além de dados e estatísticas, ele destrincha o impacto sociocultural do analfabetismo que marginaliza e acaba oprimindo uma parcela da população brasileira. 

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Conversas com Quem Gosta de Ensinar, de Rubem Alves

Nessa obra, o teólogo e educador Rubem Alves reúne uma série de crônicas abordando temas, como vocação, comunicação, preparação profissional e atuação com pessoas com necessidades especiais. Tudo isso a partir da perspectiva dos educadores sobre o ensino brasileiro.

Ele também explora quais as verdadeiras funções de um professor e de um educador. Em sua visão, o primeiro é mais um transmissor do conhecimento, enquanto o segundo atua como um mediador que estimula os estudantes a buscar novas formas de aprender.

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  • Educar na Esperança em Tempos de Desencanto, de Pablo Gentili e Chico Alencar

    O livro destaca os problemas do ensino público brasileiro, como a perda de estímulo na docência, a infraestrutura precária e a evasão escolar. Por esses mesmos motivos, os autores ressaltam a importância de uma reforma pedagógica que consiga não apenas mudar a relação do aluno com o aprendizado, mas que coloque a escola em destaque na sociedade.

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    Educação Não é Privilégio, de Anísio Teixeira

    Em Educação Não É Privilégio, Anísio Teixeira expõe feridas do sistema educacional, como os motivos pelos quais existe uma disparidade tão grande entre o ensino público e o privado. Ele também explora a questão da evasão escolar e do baixo engajamento dos estudantes até mesmo em atividades extracurriculares. Nesse sistema educacional engessado, segundo a obra, a realidade social de cada aluno não é considerada, o que deixa o estudante à margem do próprio aprendizado. 

    Organização do Currículo por Projetos de Trabalho, de Fernando Hernández e Montserrat Ventura

    Nesse livro, a organização tradicional dos currículos escolares e sua eficácia são questionadas. Os autores discutem sobre a ausência de um espaço de interações e vivências no ambiente escolar, enquanto apenas a sala de aula é colocada em evidência. A ideia é mostrar que trabalhos e atividades em grupos permitem que cada aluno se torne o protagonista na construção do seu conhecimento.

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  • Alfabetização e Letramento, de Magda Soares

    Dividido em três partes, o livro aborda os problemas relacionados ao letramento e à alfabetização no Brasil. Juntando teoria e prática, a autora aprofunda a discussão sobre esses temas e desperta a reflexão sobre como o país lida com essas questões e as dificuldades que enfrenta no processo. Vencedora do Prêmio Jabuti de 2017, Magda Soares é professora e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

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    Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora, Lilia Bacich e José Moran

    Na obra, os autores exploram a questão das metodologias ativas. Nesse tipo de modelo o foco está na participação do aluno na construção do próprio conhecimento e no desenvolvimento de suas habilidades, de modo que o processo de aprendizagem aconteça no ritmo de cada um. Nesse contexto, os professores tornam-se mediadores e as ferramentas digitais são amplamente utilizadas.

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