‘Superlua’ e eclipse da ‘Lua de Sangue’: como acontecem os fenômenos
Fenômenos são raros e, a dependar da região no globo, pode ser um deleite para os espectadores
Você lembra de, alguma vez, olhar para o céu e ver uma lua gigante, como aquelas dos filmes? Esse fenômeno acontece quando a lua chega no ponto mais próximo da Terra no curso de sua órbita elíptica, chamado de perigeu — mas mais conhecido pelo nome popular, superlua.
Quando isso ocorre na fase cheia da Lua, o satélite aparenta estar cerca de 15% maior do que o normal e, quando visível, com quase 30% mais luminosidade.
A “superlua” não é um evento com datas regulares. Em 2019, ela ocorreu em 21 de janeiro, 19 de fevereiro e 20 de março, ou seja, com cerca de um mês de intervalo. No entanto, pode-se levar muito mais tempo, passando mais de seis meses sem uma ocorrência.
Isso acontece porque nem sempre as fases da lua estão alinhadas com o tempo necessário para que ela atinja o perigeu.
A próxima vez que uma superlua irá coincidir com a fase da lua cheia, por exemplo, está prevista apenas para novembro de 2034.
Eclipse lunar total, a Lua de Sangue
Todo ano, ocorrem de dois a sete eclipses visíveis da Terra, entre os solares e o lunares.
O eclipse solar se dá quando a Lua entra no caminho entre o Sol e a Terra. A sombra do satélite natural na Terra impede que a luz do Sol chegue por completo em partes do globo. Assim, podem ocorrer minutos de “noite” no meio do dia (o que pode render lindas fotos, como esta abaixo).
Já o eclipse lunar total, que causa a chamada Lua de Sangue. O apelido surge por conta da coloração avermelhada que o astro ganha devido à penumbra da luz solar. Ocorre quando a Terra “entra no caminho” da luz solar, impedindo que ela chegue por completo à Lua.
Como a luminosidade da Lua é um resultado do reflexo da luz do Sol, quando o eclipse acontece, pode ser difícil de vê-la no céu noturno.
No entanto, a atmosfera terrestre é capaz de desviar o curso da luz solar. Isso dá à Lua um tom avermelhado, de luminosidade mais fraca que o normal.
Por ser um evento de curta duração, ele pode ocorrer sem que seja visível de partes do planeta. Por vezes, pode ser visto parcialmente no nascer ou pôr do sol, dependendo da região do planeta do qual se observa o fenômeno.
Você conseguiu observar o fenômeno? Manda uma foto pra gente no @guiadoestudante!
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