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4 tipos de vacinas e o uso delas contra a covid-19

Entenda a diferença entre vacinas de vírus inativado, de RNA mensageiro, de vetor viral e as proteicas sub-unitárias

Por Juliana Morales Atualizado em 13 jan 2021, 18h13 - Publicado em 13 jan 2021, 16h58

Na luta contra o coronavírus, laboratórios, institutos e universidades em todo o mundo trabalham fortemente na produção de vacinas. O objetivo da produção de todo imunizante é o mesmo: proteger o maior número de pessoas e, finalmente, conter a pandemia. A tecnologia para conseguir a imunização é que pode variar.

Conheça quatro tipos de vacina e seus respectivos exemplos de imunizantes contra a covid-19.

1 – Vacinas de vírus inativado

As vacinas com vírus inativados são as mais antigas, desenvolvidas já há cerca de 70 anos. Nesse caso, multiplica-se o próprio vírus, depois mata o vírus com calor ou alguma substância química. Depois de inativado, ele é injetado no paciente, criando um reposta do sistema de defesa da pessoa, que estará preparado para enfrentar uma infecção real, se ficar doente. As vacinas da gripe e da poliomielite são exemplos desse tipo de imunizante.

A tão falada vacina contra a covid-10, a Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan e a empresa chinesa Sinovac, também utiliza dessa tecnologia de inativação.

Vacinas de RNA mensageiro

Já as vacinas de RNA são uma tecnologia mais moderna, que ganhou visibilidade na pandemia. Pequenos fragmentos do código genético são injetados nas células, que produzem proteínas virais. Isso engana o sistema de defesa, como se fosse uma ameaça, gerando uma resposta imune. A vacina da Moderna e a vacina da Pfizer/Biotech conta a covid-19 utilizam desse método.

 

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Vacinas de vetor vital

As vacinas de vetor viral não-replicante funcionam da seguinte forma: a proteína de um vírus é inserida em outro, que sofre modificações em laboratório, para não se multiplicar quando entrar no organismo do paciente. E o sistema imunológico produz uma resposta para impedir uma ameaça futura do vírus. A vacina produzida pela  Universidade de Oxford e da farmacêutica AstraZeneca, por exemplo, usa um adenovírus de chimpanzé como vetor viral, ou seja, o adenovírus é modificado para receber as proteínas do coronavírus na superfície. 

Vacinas proteicas sub-unitárias

No caso das vacinas de subunidade proteica, não há o intermédio de vetores virais, as proteínas, pequenos pedacinhos dos vírus, são injetados diretamente no organismo do paciente. O exemplo é a vacina da farmacêutica americana Novavax.

Quer entender mais aspectos da vacina? Confira mais conteúdos especiais sobre imunização.

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