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8 dicas para aumentar sua confiança para o Enem

É normal a ansiedade e a insegurança aparecerem nessa fase, mas é importante manter o foco e não desanimar

Por Julia Di Spagna 2 nov 2020, 10h09

Uma verdadeira maratona. É assim que boa parte dos professores define a preparação para o Enem e outros vestibulares. São meses intensos de estudo e muita dedicação, que exigem um bom preparo físico e também emocional. Mas, principalmente na reta final, o cansaço, a ansiedade e até a desmotivação podem aparecer, abalando a segurança para a prova. Especialmente num ano tão incomum, em que os alunos tiveram que lidar, ainda, com uma pandemia. 

“O estudante deve estar ciente de que altos e baixos são comuns, então, se o ritmo estiver um pouco menor, faz parte! O importante é avaliar se está diminuindo demais a intensidade e ficar atento aos limites do corpo e da mente”, diz Maria Pereira, coordenadora de Orientação Educacional do Curso Poliedro São Paulo. 

Lembre-se de que a falta de confiança é um fantasma que ronda todos os estudantes, inclusive os mais dedicados. A questão é como evitar que essa insegurança comprometa o desempenho. 

Pensando nisso, separamos algumas dicas que podem fazer toda a diferença na maneira como você encara a sua preparação. Confira:

Rotina

“Uma das principais causas da insegurança é o acúmulo de atividades, que deixa o jovem confuso e com a sensação de que não vai conseguir se preparar a tempo”, explica Marcelo Dias Carvalho, coordenador do Curso Etapa. 

Por isso, é importante definir e manter uma rotina. Assim, é possível ter o controle do cronograma de estudos e da realização das tarefas. 

Além dos estudos

Atividade física, alimentação e lazer. Esse trio precisa ser considerado para uma preparação eficaz. O equilíbrio nessa hora é fundamental, pois se o seu corpo não estiver disposto o suficiente, o rendimento será menor. Rendendo menos, a falta de confiança sobre a futura performance na prova pode surgir.

  • Rede de apoio

    Uma boa conversa com os amigos que também estão se preparando para o vestibular pode fazer toda a diferença. “A partir dessa troca, o estudante perceberá que essa insegurança não é só dele”, explica Carvalho. 

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    Além disso, vale a pena buscar o apoio dos professores e dos familiares e manter essa rede de contatos sempre próxima. 

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    “O aluno deve relembrar toda a sua trajetória ao longo do ano, incluindo tempo de estudos, dúvidas resolvidas e simulados. A insegurança proporcionada pela pressão do momento é natural, mas rever cada um dos passos e perceber todo o empenho realizado pode ajudar a aliviar a tensão”, diz Pereira. 

    Conhecer a prova e treino

    Conhecer bem o formato das questões, treinar dentro do tempo previsto para a realização da prova e saber o que mais é cobrado são fatores que ajudam a aumentar a confiança Por isso, os simulados são tão importantes.

    Nada de comparações

    Comparar-se com outros estudantes é extremamente prejudicial, ainda mais nesse momento. Cada um tem sua trajetória, ritmo e objetivos. Respeite os seus esforços e foque apenas na sua preparação.

  • Cuidado com metas e expectativas

    “É importante ter o hábito de estudar todo dia, com organização e empenho, mas não criar expectativas e metas desajustadas ao seu processo, proporcionando frustrações desnecessárias”, explica Pereira. 

    Segundo a coordenadora, querer fazer todos os exercícios de todas as matérias sempre ou tirar uma determinada nota no simulado, que exigiria um salto de desempenho muito grande, em curto espaço de tempo, por exemplo, são exigências que podem atrapalhar e desmotivar, em vez de incentivar. 

    Autoconhecimento 

    O autoconhecimento também é fundamental para aumentar a confiança. Entender seus pontos fortes, as questões a melhorar e os limites ajuda na criação de um plano de estudos eficiente, em que você tem mais controle sobre o todo. 

    “Por fim, é preciso ter em mente que a maior parte da jornada já foi percorrida. Na reta final, é fundamental que o estudante tenha garra para intensificar a preparação, porque no próximo ano ele iniciará um novo ciclo, vai respirar novos ares e conhecer novas pessoas. Contudo, essas novidades dependem do esforço que ele está fazendo agora”, finaliza Carvalho. 

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