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Saiba mais sobre a carreira de fotógrafo

Amanda Previdelli | 16/03/2012

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Fotografia é a captação de imagens com o uso de câmeras, sua gravação e reprodução em papel e meios digitais. O fotógrafo domina o uso de máquinas, lentes e filmes e conhece a fundo as técnicas de revelação, ampliação e tratamento de imagens analógicas e digitais.

O trabalho pode ter cunho jornalístico, documental ou comercial – fotografias em estúdio, por exemplo. Para saber mais sobre a carreira, o Por dentro das profissões conversou com a fotógrafa autônoma Camila Svenson, formada no curso da Escola Panamericana.

O curso de Fotografia

Há apenas três bacharelados no país que oferecem uma formação mais humanística para esse profissional. Eles têm boa base teórica, mas muita experimentação, também. A maioria dos cursos, porém, é tecnológico e voltado para as técnicas da imagem. Disciplinas como ética, história da arte e história da fotografia compõem a base teórica das aulas.

O essencial do curso acaba sendo a técnica, mas o fotógrafo precisa ter bagagem. Segundo a Camila, é importante conhecer profissionais diferentes, projetos, trabalhos e livros distintos.

- Conheça o curso de fotografia do Senac

A carreira lida com trabalhos autorais

A Camila fez questão de explicar que o meio fotográfico é bastante autoral e os trabalhos são todos um reflexo do profissional. Por isso, há situações mais delicadas quando se julga o trabalho alheio. “É uma área que você mexe muito com o ego das pessoas”, explica.

Outro problema na profissão está no fato de que, segundo a fotógrafa, muitos acreditam que para ser fotógrafo basta ter um equipamento caro. Entretanto, é preciso saber criar uma linguagem pessoal no seu trabalho para conseguir se destacar. “Na fotografia é importante ter contatos, também, é muito boca a boca”, completa Camila.

O melhor da profissão

Para a fotógrafa, o prazer que ela tem ao tirar uma foto que vale a pena é a melhor coisa na carreira. Fotografia é arte e, como toda carreira na área artística, o retorno pessoal é, muitas vezes, maior que o financeiro.

- Conheça as 13 profissões de Artes e Design

O próprio mercado de trabalho reflete isso. Segundo a Camila, há bastante mercado para fotografia de eventos e publicidade. A área de editoriais de moda e fotojornalismo também traz bastante possibilidade de emprego. O mercado mais difícil de entrar é o das artes – expor o trabalho em galerias e vender as fotos. “É tão mais difícil que a maioria dos fotógrafos faz trabalhos comerciais em paralelo com a fotografia artística”, conta.

Gostou de Fotografia?

A fotógrafa deu dicas para quem quer ser um fotógrafo bem sucedido: “tem que ter um olhar diferente. Fotografar sempre e explorar técnicas diferentes. Além disso, é importante manter os contatos que você vai fazendo”, diz.

Para aqueles que estão em dúvida se é isso mesmo que querem, ela sugere o uso de câmeras analógicas, que forçam quem está atrás das lentes a pensar mais sobre cada imagem. Quando você tem um limite de fotografias que pode tirar no filme – e precisa pagar pela revelação – acaba passando mais tempo na hora de compor uma boa imagem. Ela também sugere que se faça cursos básicos, leia bastante e veja muitas fotos. “No final, a pessoa sabe quando quer ser fotógrafa”, completa Camila.

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Conheça o curso de Fotografia do Senac

Guilherme Dearo | 08/12/2011

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Se você entrar em qualquer site ou folhear qualquer revista, com certeza encontrará muitas imagens. O trabalho do fotógrafo está claramente presente na sociedade atual, marcada pela cultura visual (tanto de fotografias quanto de vídeos). O fotógrafo pode trabalhar em muitas áreas, do jornalismo e moda à arte e arquitetura.

Para falar mais sobre o curso e a carreira, o Por Dentro das Profissões conversou com o professor João Kulcsar, do curso de Fotografia do Senac (São Paulo), considerado a melhor graduação da área no Brasil pelo Guia do Estudante – Melhores Universidades.

O curso foi criado em 1999 e é o primeiro do tipo na América Latina

A graduação em Fotografia no Senac é um bacharelado com quatro anos de duração. São duas turmas de 50 alunos, de manhã e à noite.

Desde o primeiro semestre, há um estudo integrado com matérias teóricas e práticas

O estudante passa por disciplinas obrigatórias que abordam tanto a fotografia clássica e analógica quanto a digital. No Senac, há laboratórios de última geração, como de fotografia digital, fotografia preto & branco e conservação. O aluno também pode imprimir e revelar suas fotos na faculdade.

Não é obrigatório ter conhecimentos prévios sobre fotografia para entrar no curso nem ter equipamento próprio

O Senac empresta equipamentos fotográficos para os alunos desenvolverem os trabalhos e todos os aspectos da Fotografia são ensinados do zero. Como explica o professor Kulcsar, “o estudante pode utilizar as câmeras oferecidas pelo Senac tranquilamente. Mas muitos alunos ao longo do curso querem adquirir o próprio material, sentem aos poucos a necessidade de ter uma câmera próprio, do seu gosto”.

O Senac tem parcerias de intercâmbio com universidades estrangeiras

Há um programa de intercâmbio com a Escola de Fotografia de Arles, a mais importante da França; e com o Instituto Português de Fotografia, em Lisboa e Porto. Atualmente parcerias estão sendo fechadas com EUA e Inglaterra.

Os alunos podem participar de exposições e saídas fotográficas

A faculdade organiza exposições de grandes fotógrafos nacionais e internacionais. E todo final de ano há uma exposição com os trabalhos dos alunos recém-graduados.

A questão técnica é apenas uma parte da fotografia. Ainda há o pensamento crítico e reflexivo

“A parte técnica você pode aprender em um curso de alguns meses ou um ano. Mas na graduação de quatro anos trazemos a parte conceitual ao lado da técnica, para formar um produtor de imagens consciente nesse mundo de forte cultura visual”, afirma o professor Kulcsar.

Um bom estudante de fotografia e fotógrafo precisa ser um leitor crítico de imagens

É preciso ler o mundo, saber ver e entender todos os códigos visuais que nos cerca, e transformá-lo em expressão.  Também é necessário ter sede de aprender e evoluir continuamente e também de conhecer grandes fotógrafos e seus trabalhos para ter uma boa base de referência.

Os fotógrafos são pessoas críticas e curiosas que buscam se expressar técnica e artisticamente. Elas gostam de buscar formas diferentes de ver e de conhecer lugares novos, de um novo país a outro bairro ou rua.

O fotógrafo pode trabalhar tanto com a fotografia aplicada (como fotojornalismo e de estúdio) quanto com a fotografia conceitual e artística

“No Brasil, está começando a se desenvolver um mercado de arte de fotografia. Encontramos muitos ex-alunos do Senac expondo em galerias, exposições, vendendo seus trabalhos”, diz o professor.

Há imagens onde quer que estejamos, milhões delas são produzidas diariamente. Mas, por trás do ato de fotografar, deve haver um ato de reflexão

“Há, a cada dia, mais publicações, revistas e sites, o que aumenta a produção de imagens, no meio digital e impresso. Porém, não adianta só tirar uma foto. É preciso passar por um processo de reflexão, fazer uma fotografia a partir de referências e estudo”, analisa Kulcsar.

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Oito dicas sobre o curso e a carreira de Arquitetura

Guilherme Dearo | 04/11/2011

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Para quem pensa em cursar Arquitetura, mas ainda tem algumas dúvidas sobre a profissão, o GUIA DO ESTUDANTE traz oito dicas para você conhecer mais sobre o trabalho do arquiteto e as curiosidades da carreira.

O Por Dentro das Profissões conversou com Guto Requena, jovem arquiteto e um dos mais promissores de sua geração, especialista em habitação, design contemporâneo e cibercultura.

Guto é formado pela Universidade de São Paulo, onde fez graduação e mestrado e trabalhou por nove anos no Nomads – Núcleo de Estudos de Habitares Interativos da USP.

“Minha pesquisa pensa em como as novas tecnologias estão mudando o futuro da profissão, as maneiras de se projetar, as formas, a fabricação. Quero analisar o impacto da cultura digital na arquitetura e no design”, explica Guto.

O arquiteto tem seu próprio estúdio desde 2008, onde desenvolve projetos residenciais e comerciais que pensam a questão da arquitetura e do design aliada às inovações da era digital.

Guto também é apresentador do programa Nos Trinques, do Canal GNT e já lecionou no Instituto Europeo di Design e na Escola Panamericana de Arte e Design.

Crédito da imagem: BETO RIGINIK

A seguir, as oito dicas de Guto Requena!

Criatividade é a palavra-chave

O mercado valoriza o profissional com perfil criativo. Não adianta só falar que sabe desenhar bem. Hoje, para a profissão, você pode não saber desenhar nada, não saber pegar em um lápis, mas mesmo assim pode ser melhor que aqueles que sabem desenhar.

E falar de Arquitetura hoje em dia é falar de um leque muito amplo. A pessoa tem uma formação completa, pode ir para várias áreas: design de interiores, urbanismo, cenografia, design gráfico. O curso lhe abre muitas possibilidades.

Só a graduação não basta, é preciso continuar estudando e se aprimorando

Hoje em dia não adianta fazer só faculdade. Ela é apenas um primeiro lugar de contato com seu campo de estudo. É preciso continuar estudando, buscar especializações e pós-graduações.

Não é preciso ter afinidade com Exatas para fazer o curso

No curso, o estudante encontra muitas disciplinas técnicas e que mexem com física, matemática, cálculo estrutural. Contudo, não é preciso necessariamente ter afinidade com Exatas. Eu mesmo não gosto de matemática e física, mas estudava e passava. Para qualquer matéria, o único segredo é estudar.

Gostar de arte e cultura é requisito básico

O estudante de Arquitetura deve gostar de arte, frequentar teatros, cinemas, museus. E ler muito, claro. Viajar bastante é legal também. Estar ligado à cultura é básico para a profissão.

O maior desafio na área é conseguir se destacar e driblar os cursos ruins

A grande dificuldade do mercado é que há muitos profissionais atuando e muitas escolas ruins de Arquitetura. Logo, o maior desafio é se destacar. E para isso não tem segredo: é muito estudo, dedicação, ralação. Arquitetura é um curso difícil de fazer, tem que estudar e ler muito. Dormir muito, se dedicar até nas sextas à noite e nos finais de semana.

Cultura digital e brasilidade: questões que os futuros arquitetos devem prestar atenção!

Os profissionais que vão se destacar são aqueles que olharão para a questão da cultura digital e estarão antenados às novidades, como novos softwares de modelação.  Novas tecnologias e tecnologias interativas são campos pouco explorados no Brasil e que demandam mais atenção.

Outro ponto fundamental é a brasilidade. O arquiteto precisa olhar para o Brasil, para nossa cultura popular. Estudar nosso país é importante, é o futuro da área. O mundo inteiro está olhando para a gente e esperando uma resposta. “O que os arquitetos brasileiros vão produzir?”, eles se perguntam. A maior questão é não ficar reproduzindo a arquitetura moderna, ficar olhando para Brasília e Oscar Niemeyer somente. É preciso agora olhar para frente e descobrir as novas questões nacionais.

Sustentabilidade e habitação nas grandes cidades, pontos fundamentais na arquitetura atual

Cada vez mais pessoas estão morando nas cidades, cada vez mais há problemas urbanos difíceis de serem resolvidos. Cabe ao arquiteto e ao urbanista pensar na cidade, como ela pode se preparar para a explosão demográfica e outras transformações no meio urbano.

Já a sustentabilidade é algo básico. Pensar no meio-ambiente se tornou a priori na profissão. É preciso incorporar isso desde cedo ao trabalho e estudar materiais que são menos agressivos, tecnologias e métodos de menor impacto ambiental, todo projeto arquitetônico precisa levar esses fatores em conta.

Para conseguir ter seu próprio estúdio ou escritório, é preciso se destacar com muito estudo e trabalho

O estudante que se destaca é aquele que é curioso, não se contenta com as coisas como elas são, é esse cara quem vai abrir o estúdio primeiro. E é preciso muita ralação, claro! Não desistir, estudar e trabalhar muito, são muitas horas de dedicação antes de conseguir seu próprio espaço. //

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Conheça o curso de Artes Plásticas da ECA-USP

Guilherme Dearo | 12/10/2011

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O curso de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), recém nomeando na instituição para Artes Visuais, existe desde 1971 e foi avaliado com 5 estrelas pelo ranking Melhores Universidades do Guia do Estudante.

O Por Dentro das Profissões entrevistou o professor Gilbertto Prado, coordenador do curso na ECA-USP, para falar sobre a faculdade e a carreira.

O curso tem duração de oito semestres e é integral

Durante quatro anos o estudante tem aulas de manhã e de tarde. O primeiro ano é básico, para a formação geral do estudante. Há disciplinas, dentre outras, de História da Arte, História da Arte no Brasil, Fundamentos da Linguagem Visual, Pintura e Escultura.

O aluno deve optar por uma dentre cinco habilitações

Logo no segundo semestre o estudante opta por um direcionamento: escultura, pintura, gravura, multimídia e intermídia ou pela licenciatura. A partir disso ele estudará disciplinas específicas de sua área, mas continuará a ter aulas do eixo geral do curso.

Apesar de escolher logo no segundo semestre sua área, ele pode mudar até duas vezes sua opção durante a graduação.

O curso alia a prática artística à teoria e pesquisa

Na ECA os estudantes são formados para atuar nas várias áreas das artes visuais, tanto bacharel quanto licenciado. Ao mesmo tempo em que há prática e experimentação, há teoria e pesquisa.
O curso tem forte engajamento com a pesquisa e, como se mantém próximo da pós-graduação, está sempre atualizado e atento às novas discussões.

Vários estudantes que passaram por lá hoje têm trabalhos relevantes em exposições, como Henrique Oliveira, Clara Ianni, Iara Freiberg, Fábio Tremonte, Paulo Nenflidio  entre outros.

Na ECA os estudantes tem proximidade com professores que atuam como artistas e com museus

Na ECA há a vantagem de muitos professores serem também artistas, ativos no mercado com produção própria e com experiência em exposições e curadorias.

Outra vantagem é que os alunos têm, dentro do campus, museus à disposição, como o Museu de Arte Contemporânea.

O estudante não precisa ser um expert em arte para passar na prova específica de Artes Plásticas da Fuvest

Como explica o professor Prado, “a prova específica da Fuvest aponta habilidades primeiras, potencialidades. Mas todas essas técnicas serão desenvolvidas ao longo do curso, ninguém quer que o aluno chegue pronto. A prova quer ver como o aluno pensa e enxerga o mundo, qual é a relação dele com a arte”.

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Conheça as 13 profissões da área de Artes e Design

Guilherme Dearo | 26/09/2011

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O profissional de Artes e Design precisa ser uma pessoa criativa, curiosa, com facilidade de expressar sentimentos e emoções e de grande senso estético. Ele deve estar pronto para lidar com diversas ferramentas e modos de expressão, de pincéis e instrumentos musicais até programas de computador.

Talento e técnica contam muito, mas é preciso também dominar conceitos teóricos e ter conhecimento da realidade cultural na qual se trabalha, sempre com olhar crítico.

Conheça a seguir as carreiras de Artes e Design:

Arquitetura e Urbanismo
O arquiteto projeta e coordena a construção ou a reforma de prédios. Ele faz a planta e determina os materiais que serão utilizados na obra. Como urbanista, planeja o crescimento de cidades e bairros. Também desenha objetos, elabora placas de sinalização e logotipos.

Artes Cênicas
O profissional utiliza os movimentos corporais e a voz para representar personagens e transmitir ao público histórias, ideias, sentimentos e emoções. Como ator, pode trabalhar em filmes, peças teatrais, telenovelas e comerciais para a TV. Também é possível se dedicar à criação de cenários, vestuário, iluminação e produção de peças.

Artes Plásticas
É a criação de obras, como desenhos, pinturas, gravuras, esculturas e colagens, utilizando elementos visuais e táteis para representar o mundo real ou imaginário. O artista plástico lida com papel, tinta, gesso, argila, madeira e metais, programas de computador e outras ferramentas tecnológicas para produzir suas peças.

Música
O bacharel pode compor, reger e interpretar obras eruditas e populares. Como compositor, cria peças e anota-as em partituras para ser executadas por instrumentistas e cantores. Como arranjador, faz versões de uma peça musical. Como maestro, dirige orquestras, bandas, conjuntos instrumentais e vocais. Já como intérprete, pode se especializar na execução de determinado instrumento ou dedicar-se ao canto.

Dança
O profissional monta e dirige espetáculos musicais para teatro, cinema ou TV. Também atua como bailarino, fazendo parte de um grupo, e também pode lecionar em escolas, faculdades, universidades e cursos livres. O profissional pode trabalhar, ainda, em coreografia, definindo os passos e os movimentos que os bailarinos devem executar no palco

Fotografia
O fotógrafo domina o uso de máquinas, lentes e filmes e conhece a fundo as técnicas de revelação, ampliação e tratamento de imagens analógicas e digitais. Com base em conhecimentos de iluminação e enquadramento, procura captar da melhor maneira possível imagens de pessoas, paisagens, objetos, momentos e fatos políticos, econômicos, esportivos e sociais.

Moda
O profissional de moda desenha roupas e produtos, como joias, cintos e calçados, e define estilos e modelagens. Analisa tendências de comportamento para desenvolver coleções adaptadas ao gosto do público-alvo e promove a comercialização dos artigos. Pode, ainda, prestar assessoria de moda para pessoas ou para grandes lojas.

Desenho Industrial
O designer industrial pode atuar em duas áreas bem distintas: a de criação de objetos e a de design gráfico, ou programação visual. No primeiro caso, pode projetar móveis, eletrodomésticos, acessórios, joias, máquinas ou equipamentos industriais. Em design gráfico, concebe marcas, logotipos, embalagens, sistemas de sinalização e faz projetos gráficos de livros, revistas, jornais, folhetos e sites para a internet.

Design de Interiores
O profissional harmoniza, em um determinado espaço, móveis, objetos e acessórios, como cortinas e tapetes, procurando conciliar conforto, praticidade e beleza. Planeja cores, materiais, acabamentos e iluminação, utilizando tudo de acordo com o ambiente e adequando o projeto às necessidades, ao gosto e à disponibilidade financeira do cliente.

Design GráficoO designer gráfico desenvolve o visual de jornais, revistas, livros, panfletos, anúncios e outdoors. Também cria logotipos e papelaria para firmas individuais, comerciais e industriais, com o objetivo de torná-los atrativos e facilitar a leitura. Escolhe as letras para os textos, define o tamanho das colunas de uma página impressa, seleciona e padroniza cores e ilustrações e projeta embalagens.

Outras carreiras da área são Comunicação das Artes do Corpo, que trabalha com as técnicas usadas para entender o corpo como meio de comunicação entre o homem e a sociedade; Conservação e Restauro, que trabalha para reconhecer o valor histórico de uma construção ou objeto e garantir que ela se mantenha bem cuidada e íntegra, conservando suas características originais durante décadas ou séculos; e História da Arte, que trabalha com a análise e reflexão de arte e cultura e pode atuar como crítico, gestor, consultor e curador de exposições e eventos culturais e artísticos.

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