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“Ideias que Colam”: o que Hannah Arendt quis dizer com “banalidade do mal”

Confira o 14° episódio da série "Ideias que Colam", do Instituto CPFL, com divulgação exclusiva do GE

Por Juliana Morales Atualizado em 23 ago 2020, 21h13 - Publicado em 21 ago 2020, 11h05

Hannah Arendt, uma das maiores pensadoras do século 20, foi inspirada pela sua própria experiência na Alemanha nazista de Hitler. Depois de ter escapado de um campo de concentração, ela acompanhou o julgamento de um dos principais agentes do Holocausto, o tenente-coronel da SS Albert Eichman. O réu alegava que apenas cumpria ordens ao planejar a morte de milhares de pessoas.

Hannah o descreveu como um homem comum que havia optado por não pensar sobre o que fazia. Mas ela se questionou: como um indivíduo tão comum, banal, um simples carreirista, foi capaz de cometer tais atrocidades? Não era preciso ser um monstro para aderir ao nazismo? Para explicar, ela usou o termo “banalidade do mal”.

Quer entender o pensamento da filósofa e o que significa este termo? Veja o 14° episódio de “Ideias que Colam”, primeira série em animação da Liquid Media Lab, em parceria com o Instituto CPFL.

Gostou? Confira também os episódios anteriores da série:

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