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Os 10 estagiários com os piores salários

Amanda Previdelli | 20/03/2012

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O site empregos.com.br fez um levantamento com a média salarial dos estagiários. O estudo é feito com base em consultas e dados internos de pessoas cadastradas no site, residentes nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Você já viu a lista com os estagiários mais bem remunerados? Então confira abaixo a lista com os 10 estagiários com os piores salários:

Estagiário de Rádio e TV R$ 556,83

Estagiário em Administração de Empresas R$ 618,10

Estagiário de Administração Hoteleira R$ 624,10

Estagiário de Nutrição R$ 635,29

Estagiário de Saúde R$ 647,25

Estagiário de Secretariado R$ 660,77

Estagiário de Contabilidade R$ 670,60

Estagiário de Turismo R$ 677,80

Estagiário de Biologia R$ 683,91

Estagiário de Serviço Social R$ 686,04

Confira também:

- Saiba mais sobre a carreira de fotógrafo

- Os 10 profissionais que mais dormem

- As 10 carreiras mais promissoras até 2020

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Categoria: Faculdade, profissões

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Saiba mais sobre a carreira de fotógrafo

Amanda Previdelli | 16/03/2012

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Fotografia é a captação de imagens com o uso de câmeras, sua gravação e reprodução em papel e meios digitais. O fotógrafo domina o uso de máquinas, lentes e filmes e conhece a fundo as técnicas de revelação, ampliação e tratamento de imagens analógicas e digitais.

O trabalho pode ter cunho jornalístico, documental ou comercial – fotografias em estúdio, por exemplo. Para saber mais sobre a carreira, o Por dentro das profissões conversou com a fotógrafa autônoma Camila Svenson, formada no curso da Escola Panamericana.

O curso de Fotografia

Há apenas três bacharelados no país que oferecem uma formação mais humanística para esse profissional. Eles têm boa base teórica, mas muita experimentação, também. A maioria dos cursos, porém, é tecnológico e voltado para as técnicas da imagem. Disciplinas como ética, história da arte e história da fotografia compõem a base teórica das aulas.

O essencial do curso acaba sendo a técnica, mas o fotógrafo precisa ter bagagem. Segundo a Camila, é importante conhecer profissionais diferentes, projetos, trabalhos e livros distintos.

- Conheça o curso de fotografia do Senac

A carreira lida com trabalhos autorais

A Camila fez questão de explicar que o meio fotográfico é bastante autoral e os trabalhos são todos um reflexo do profissional. Por isso, há situações mais delicadas quando se julga o trabalho alheio. “É uma área que você mexe muito com o ego das pessoas”, explica.

Outro problema na profissão está no fato de que, segundo a fotógrafa, muitos acreditam que para ser fotógrafo basta ter um equipamento caro. Entretanto, é preciso saber criar uma linguagem pessoal no seu trabalho para conseguir se destacar. “Na fotografia é importante ter contatos, também, é muito boca a boca”, completa Camila.

O melhor da profissão

Para a fotógrafa, o prazer que ela tem ao tirar uma foto que vale a pena é a melhor coisa na carreira. Fotografia é arte e, como toda carreira na área artística, o retorno pessoal é, muitas vezes, maior que o financeiro.

- Conheça as 13 profissões de Artes e Design

O próprio mercado de trabalho reflete isso. Segundo a Camila, há bastante mercado para fotografia de eventos e publicidade. A área de editoriais de moda e fotojornalismo também traz bastante possibilidade de emprego. O mercado mais difícil de entrar é o das artes – expor o trabalho em galerias e vender as fotos. “É tão mais difícil que a maioria dos fotógrafos faz trabalhos comerciais em paralelo com a fotografia artística”, conta.

Gostou de Fotografia?

A fotógrafa deu dicas para quem quer ser um fotógrafo bem sucedido: “tem que ter um olhar diferente. Fotografar sempre e explorar técnicas diferentes. Além disso, é importante manter os contatos que você vai fazendo”, diz.

Para aqueles que estão em dúvida se é isso mesmo que querem, ela sugere o uso de câmeras analógicas, que forçam quem está atrás das lentes a pensar mais sobre cada imagem. Quando você tem um limite de fotografias que pode tirar no filme – e precisa pagar pela revelação – acaba passando mais tempo na hora de compor uma boa imagem. Ela também sugere que se faça cursos básicos, leia bastante e veja muitas fotos. “No final, a pessoa sabe quando quer ser fotógrafa”, completa Camila.

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Conheça o curso de Moda na Fasm

Guilherme Dearo | 28/12/2011

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Moda é a arte de criar e comercializar peças de vestuário e acessórios, seguindo estilos e tendências. O profissional de moda pode cuidar tanto da parte de criação e desenho quanto da parte de produção, comercialização, gerenciamento e consultoria.

Para falar mais sobre o curso e a carreira, o Por Dentro das Profissões conversou com a professora Raquel Valente, coordenadora do curso de Desenho de Moda na Faculdade Santa Marcelina (Fasm), em São Paulo.

O curso tem duração de 4 anos e há 165 vagas por ano

As disciplinas são tanto teóricas quanto práticas e são obrigatórias durante todos os semestres. No primeiro ano, há matérias mais básicas, que dão ao aluno a noção geral do fazer no campo da Moda, como Laboratório de Criatividade e Metodologia Visual.

O estudante também passa por Desenho de Moda, Desenho de Observação, Estilismo, Estética e História da Arte, História da Moda, Fotografia, Modelagem, Confecção e Tecnologia Têxtil, entre outras disciplinas.

Na Fasm, o curso é voltado para a criação

Diferente de outros cursos do país que focam os negócios ou as questões mais técnicas da Moda, o curso da Fasm é focado na criação e no desenho, pensando sempre na confecção, estampas, joalheria, acessórios e toda a parte têxtil.

Nomes famosos do mundo da Moda estudaram na Fasm

Alexandre Herchcovitch, um dos estilistas brasileiros mais famosos da atualidade, estudou na faculdade. Cynthia Hayashi, ganhadora do concurso Ponto Zero, é outra ex-aluna da Fasm. No mundo do Jornalismo de Moda, há outros exemplos de ex-alunos, como Maria Prata, editora da revista Harper’s Bazaar Brasil; e Sandra Bittencourt, editora de moda da revista Marie Claire.

O estágio é obrigatório e o estudante deve cumprir uma carga de atividades extracurriculares

O aluno deve cumprir 160 horas de estágio e 100 horas de atividades extracurriculares. Os estágios são facilmente encontrados em um painel aberto organizado pela faculdade.

E na própria Fasm há muitas atividades além das aulas, como a Semana de Moda, onde palestrantes são convidados a falar sobre temas atuais e onde os alunos podem participar de workshops; e o evento Palavras da Moda, onde autores que lançaram livros sobre Moda falam sobre seu trabalho.

O TCC é individual e tem um caráter muito autoral, de criação

O trabalho final do curso passa por três etapas. Primeiro, o estudante deve montar um dossiê, que dará início ao seu trabalho. Depois, é a vez da monografia, que dará a base da parte teórica. Por fim, o estudante deve apresentar o trabalho prático, que são, geralmente, de 6 a 8 looks completos ou acessórios e jóias.

Há uma banca interna, com três professores, que avalia os trabalhos. Aqueles que tiram uma nota acima de 8 vão para uma banca externa e são avaliados por profissionais da área. Por fim, os que obtiveram nota acima de 9 vão para um desfile.

Os melhores estudantes concorrem a bolsas de estudo de pós-graduação

“Este ano tivemos muitos trabalhos ótimos, acima de 9, foram 23 alunos. Então tivemos de organizar duas noites de desfile. Estes estudantes concorrem a bolsas de estudo de pós-graduação oferecidas pela faculdade. Geralmente damos três, mas este ano foram quatro os estudantes a conseguirem a bolsa”, explica a professora Raquel Valente.

É preciso ter habilidade em desenho mais desenvolvida para cursar Moda

A Fasm tem o vestibular tradicional, mas parte da prova é de habilidade específica, uma prova de desenho. Ali avalia-se o aluno para selecionar aqueles que já tem um desenho mais desenvolvido.

“Justamente porque o curso é muito voltado para o desenho e a criação, fica difícil acompanhar as aulas sem o mínimo de habilidade na área. Não esperamos um aluno pronto, mas sim aquele que seja criativo e que tenha prontidão, ou seja, esteja pronto para desenvolver facilmente seu conhecimento”, afirma a professora.

O estudante de Moda deve ser dinâmico e atuante, estar antenado no que acontece no mundo

“Moda é informação diária, transformação, o aluno precisa ser dinâmico e atuante, antenado com o que está acontecendo com o mundo. Senão fica complicado de desenvolver um trabalho criativo”, explica Raquel Valente.

Há vários campos da Moda ainda poucos explorados no Brasil

Algumas áreas do mercado de Moda não têm recebido a devida atenção no país, o que representa uma boa oportunidade para estudantes e novos profissionais. A moda masculina, a moda praia e a moda esportiva são campos com grande potencial.

“Geralmente o estudante vai para alguma área que tem a ver com ele próprio, com o próprio corpo. Como a maioria dos estudantes de Moda são mulheres, elas se voltam para a estética delas, para a moda feminina. Mas há grande potencial na moda masculina e infantil, por exemplo”, analisa Raquel.

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Conheça o curso de Engenharia Ambiental na Unesp

Guilherme Dearo | 13/12/2011

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O engenheiro ambiental é o profissional habilitado para desenvolver e aplicar tecnologias para proteger o ambiente dos danos causados pelas atividades humanas. Sua principal função é preservar a qualidade da água, do ar e do solo.

Para falar mais o curso e a carreira de Engenharia Ambiental da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o Por Dentro das Profissões conversou com o professor Roberto Wagner Lourenço, coordenador do curso na instituição.

O curso é integral e tem cinco anos de duração

Na Unesp, no campus de Sorocaba (interior de São Paulo), são 60 vagas e as aulas são em período integral. Nos dois primeiros anos há matérias do ciclo básico, comum a todas as engenharias. Depois, há disciplinas mais específicas do campo de atuação do engenheiro ambiental.

Na curso da Unesp, o estágio é obrigatório

O estudante deve estagiar durante a faculdade para cumprir créditos em atividades extracurriculares. Além disso, há outras atividades para o aluno na faculdade, como a empresa júnior, que presta serviços de atendimento e consultoria; e o centro acadêmico.

O mercado está muito aquecido, há vagas tanto no setor público quanto no privado

Questões ambientais estão ganhando cada vez mais importância e já fazem parte da pauta básica da economia e políticas públicas. Como há muita demanda por profissionais da área, há muitas vagas disponíveis no mercado, tanto em empresas quanto em órgãos públicas. Só com o diploma de graduação já é possível se inserir no mercado.

O campo de atuação do engenheiro ambiental é amplo

No setor público, as vagas estão em prefeituras, órgãos do meio ambiente, como o Ibama, e empresas estatais que atuam nas áreas de tratamento de esgoto e conservação e recuperação de áreas degradadas. No setor privado, o profissional pode trabalhar em departamentos de planejamento e gestão ambiental de grandes indústrias, como as da área de exploração de petróleo.

Para aqueles que pensam em cursar Engenharia Ambiental, é importante lembrar: o curso é essencialmente de Engenharia, não de Ecologia

“Alguns alunos podem entrar com a ideia, equivocada, de que encontrarão Ecologia, matérias de biologia. Contudo, o curso de Engenharia Ambiental tem nas matérias de Exatas sua principal base, é uma engenharia como todas as outras”, explica o professor.

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Conheça o curso de Fotografia do Senac

Guilherme Dearo | 08/12/2011

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Se você entrar em qualquer site ou folhear qualquer revista, com certeza encontrará muitas imagens. O trabalho do fotógrafo está claramente presente na sociedade atual, marcada pela cultura visual (tanto de fotografias quanto de vídeos). O fotógrafo pode trabalhar em muitas áreas, do jornalismo e moda à arte e arquitetura.

Para falar mais sobre o curso e a carreira, o Por Dentro das Profissões conversou com o professor João Kulcsar, do curso de Fotografia do Senac (São Paulo), considerado a melhor graduação da área no Brasil pelo Guia do Estudante – Melhores Universidades.

O curso foi criado em 1999 e é o primeiro do tipo na América Latina

A graduação em Fotografia no Senac é um bacharelado com quatro anos de duração. São duas turmas de 50 alunos, de manhã e à noite.

Desde o primeiro semestre, há um estudo integrado com matérias teóricas e práticas

O estudante passa por disciplinas obrigatórias que abordam tanto a fotografia clássica e analógica quanto a digital. No Senac, há laboratórios de última geração, como de fotografia digital, fotografia preto & branco e conservação. O aluno também pode imprimir e revelar suas fotos na faculdade.

Não é obrigatório ter conhecimentos prévios sobre fotografia para entrar no curso nem ter equipamento próprio

O Senac empresta equipamentos fotográficos para os alunos desenvolverem os trabalhos e todos os aspectos da Fotografia são ensinados do zero. Como explica o professor Kulcsar, “o estudante pode utilizar as câmeras oferecidas pelo Senac tranquilamente. Mas muitos alunos ao longo do curso querem adquirir o próprio material, sentem aos poucos a necessidade de ter uma câmera próprio, do seu gosto”.

O Senac tem parcerias de intercâmbio com universidades estrangeiras

Há um programa de intercâmbio com a Escola de Fotografia de Arles, a mais importante da França; e com o Instituto Português de Fotografia, em Lisboa e Porto. Atualmente parcerias estão sendo fechadas com EUA e Inglaterra.

Os alunos podem participar de exposições e saídas fotográficas

A faculdade organiza exposições de grandes fotógrafos nacionais e internacionais. E todo final de ano há uma exposição com os trabalhos dos alunos recém-graduados.

A questão técnica é apenas uma parte da fotografia. Ainda há o pensamento crítico e reflexivo

“A parte técnica você pode aprender em um curso de alguns meses ou um ano. Mas na graduação de quatro anos trazemos a parte conceitual ao lado da técnica, para formar um produtor de imagens consciente nesse mundo de forte cultura visual”, afirma o professor Kulcsar.

Um bom estudante de fotografia e fotógrafo precisa ser um leitor crítico de imagens

É preciso ler o mundo, saber ver e entender todos os códigos visuais que nos cerca, e transformá-lo em expressão.  Também é necessário ter sede de aprender e evoluir continuamente e também de conhecer grandes fotógrafos e seus trabalhos para ter uma boa base de referência.

Os fotógrafos são pessoas críticas e curiosas que buscam se expressar técnica e artisticamente. Elas gostam de buscar formas diferentes de ver e de conhecer lugares novos, de um novo país a outro bairro ou rua.

O fotógrafo pode trabalhar tanto com a fotografia aplicada (como fotojornalismo e de estúdio) quanto com a fotografia conceitual e artística

“No Brasil, está começando a se desenvolver um mercado de arte de fotografia. Encontramos muitos ex-alunos do Senac expondo em galerias, exposições, vendendo seus trabalhos”, diz o professor.

Há imagens onde quer que estejamos, milhões delas são produzidas diariamente. Mas, por trás do ato de fotografar, deve haver um ato de reflexão

“Há, a cada dia, mais publicações, revistas e sites, o que aumenta a produção de imagens, no meio digital e impresso. Porém, não adianta só tirar uma foto. É preciso passar por um processo de reflexão, fazer uma fotografia a partir de referências e estudo”, analisa Kulcsar.

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Conheça o curso de Comércio Exterior na Univali

Guilherme Dearo | 06/12/2011

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O profissional de Comércio Exterior trabalha com as técnicas utilizadas na relação de compra e venda de produtos e serviços com empresas do exterior ou órgãos governamentais de outros países.

Para falar mais sobre a carreira, o Por Dentro das Profissões conversou com o professor Manoel Antonio dos Santos, coordenador do curso de Comércio Exterior da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). A graduação na universidade é considerada cinco estrelas pelo Guia do Estudante – Melhores Universidades.

São oferecidas, no total, 165 vagas.  90 são preenchidas pelo vestibular próprio da universidade e 75 são preenchidas a partir do Enem.

Há uma turma de 55 alunos no período matutino e duas turmas de 55 alunos no período noturno. O curso começou na Univali como Administração com habilitação em Comércio Exterior, mas, em 2000, após reformas curriculares, ele se transformou em um curso de Comércio Exterior puro.

O curso dura quatro anos. Todas as matérias são obrigatórias, com exceção de uma optativa.

A maioria têm pré-requisitos, ou seja, o estudante deve cursá-la somente depois de ter sido aprovada em outra específica, mas algumas são livres e podem ser feitas no período que o estudante desejar. O aluno estuda, entre outras, Mercadologia, Câmbio, Negociações Internacionais, Vendas, Exportação e Importação. A disciplina Práticas de Comércio Exterior, aliás, trabalha com uma simulação em software das negociações. Outra disciplina, Tópicos de Comércio Exterior, é rediscutida anualmente, para estar sempre alinhada com os pontos contemporâneos mais importantes.

Na Univali, o curso é voltado para vendas, pensando no mercado externo e interno.

“Estamos redirecionando o curso após percebermos certas tendências no mercado e a transformação do perfil do profissional. Há cinco anos, o despachante aduaneiro era tudo. Hoje não é mais, ele é um apêndice de um serviço feito por uma empresa de comércio exterior”, explica o professor dos Santos.

O estudante é obrigado a cumprir 200 horas de atividades extracurriculares

O estudante pode optar por ensino, pesquisa ou extensão para cumprir essa carga. Ele pode participar de palestras e eventos tanto da universidade quanto externos.

Outra atividade extracurricular do curso é a empresa júnior, formada por três professores e 40 alunos. “A empresa passou a trabalhar como braço de compras da própria universidade, utilizando benefícios fiscais. Ela ajuda a Univali a comprar equipamentos de cursos diversos. Na empresa, há o departamento voltado para a Univali e outro voltado para outras universidades da região”, explica o professor.

Para se formar, o estudante escolhe dois tipos de trabalho final: uma monografia ou um trabalho a partir do estágio.

No caso da monografia, ele escolhe um tema acadêmico e trabalha nele durante um ano com o auxílio de um orientador indicado pela universidade. No caso do trabalho a partir do estágio – que é obrigatório para todos os estudantes  a partir do sexto período – um orientador da universidade e outro da empresa auxiliam o estudante, que deve embasar cientificamente sua análise.

A Univali  tem uma revista acadêmica anual, que publica artigos dos melhores trabalhos de conclusão de curso dos estudantes

A Coleção de Negócios Mundiais do curso de Comércio Exterior da Univali publica artigos produzidos pelos estudantes e é enviada anualmente para bibliotecas de todo o país e até para o exterior.

Há diversos programas de intercâmbio com universidades estrangeiras

A maioria dos estudantes vai para a Europa, principalmente Portugal, onde podem estudar por um semestre. O aluno também pode viajar no programa “work experience”, que conta como atividade extracurricular.

Saber línguas estrangeiras e se dar bem com números e cálculos é essencial para quem quer estudar Comércio Exterior

O aluno deve gostar de matemática e cálculos, já que lida a todo momento com finanças. Ele também precisa ter uma visão geopolítica e interesse por geografia e economia nacional e internacional.

Sobre as línguas estrangeiras, Inglês e Espanhol são obrigatórias, o aluno já deve entrar sabendo. No curso há matérias de línguas, mas voltadas para a parte técnica, ou seja, ensinando termos específicos da profissão naquele língua. Se o estudante optar por estudar uma outra língua estrangeira durante a faculdade, receberá créditos de atividade extracurricular.

Muitos estudantes entram na Univali pensando em ter um negócio próprio

Os alunos desejam montar suas próprias empresas de consultoria, mas muitos optam por vagas contratadas, que são abundantes, como na Receita Federal. Para isso, é preciso se dedicar aos concursos públicos.

A região de Itajaí também oferece muitas oportunidades para estágio e emprego. A própria universidades cria um banco de talentos de seus alunos para empresas consultarem.

A demanda e as oportunidades variam muito de acordo com o mercado

“Esse ano o boom foi de importação, então o mercado chamou pessoas com mais experiência na área. É o mercado de acordo com seus ciclos que puxa a demanda e vagas. Se agora é importação, nos próximos anos provavelmente o foco será a exportação”, diz o professor dos Santos. //

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Conheça seis profissões do futuro

Guilherme Dearo | 11/11/2011

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carreiras atuais que ganharão mais espaço e relevância em um futuro próximo. Outras, por outro lado, de certa forma ainda nem existem, mas tem gente que já sabe que elas se tornarão uma realidade.

O Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), da FIA (Fundação de Instituto de Administração) fez um estudo que identificou essas carreiras do futuro, profissões que ainda não têm nomes totalmente definidos ou cursos específicos em universidades, mas em 2020 serão importantes.

As novas profissões vão misturar várias áreas do conhecimento, como administração, economia, desenvolvimento sustentável, biologia, marketing e geografia. O relatório ainda destaca que será cada vez mais exigido dos profissionais o desenvolvimento tecnológico, a educação continuada e a busca por novos conhecimentos.

A sustentabilidade também estará no centro das atenções. A pressão por alternativas de baixo impacto ambiental aumentará, assim como a demanda por profissionais ligados às áreas ambientais.

Confira a lista das seis profissões do futuro:

Gerente de Eco-Relações

Profissional que irá se comunicar e trabalhar com consumidores, grupos ambientais e agências governamentais para desenvolver e maximizar programas ecológicos.

Chief Innovation Officer

Interagirá com os funcionários em diferentes áreas da organização para pesquisar, projetar e aplicar inovações.

Gerente de Marketing e-Commerce

Gerencia o desenvolvimento e implementação de estratégias de web sites para vender produtos e serviços.

Conselheiros de Aposentadoria

Profissionais responsáveis por ajudar a planejar a aposentadoria.

Coordenador de Desenvolvimento da Força de Trabalho e Educação Continuada

Responsável por gerenciar programas para ajudar funcionários qualificados a atingir níveis avançados em suas áreas de especialização.

Bioinformationists

Cientistas que trabalharão com informação genética, servindo como uma ponte para cientistas que trabalham com o desenvolvimento de medicamentos e técnicas clínicas.

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Conheça o curso de Cinema na Faap

Guilherme Dearo | 09/11/2011

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Você gosta muito de ir ao cinema e de assistir a filmes? Sente que poderia expressar suas ideias e sentimentos com uma câmera na mão? Então talvez o curso de Cinema seja uma boa opção para você!

Para conhecer mais sobre a carreira, o Por Dentro das Profissões entrevistou o professor José Gozze, coordenador do curso de Cinema da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), de São Paulo.

O curso de Cinema na Faap oferece 50 vagas (25 de manhã e 25 a noite) e tem duração de 4 anos

Os estudantes passam obrigatoriamente por todas as áreas do Cinema durante a faculdade: direção, direção de atores, direção de fotografia, som, direção de arte, montagem e edição, cenografia, entre outras. Até animação e efeitos especiais são trabalhados.

Durante o curso, os estudantes montam grupos e produzem um curta-metragem por semestre

Com um grupo de até seis alunos, são produzidos curtas-metragens para trabalhar a parte prática. São utilizados tanto o formato digital quanto a película, de 16mm e 35mm. Os alunos aprendem a manipular todos os equipamentos, da câmera à iluminação.

“Como trabalham em grupos, os estudantes vão descobrindo seus gostos aos poucos, na prática eles vão perceber se gostam mais de direção ou edição, por exemplo”, conta o professor Gozze.

A Faap participa de muitos eventos de Cinema ao longo do ano

A Faap faz parte da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e sempre recebe pré-lançamentos e debates com profissionais da área. Um exemplo recente foi o pré-lançamento do filme Tetro, do Francis Coppola, com palestra do diretor.

Outras atividades na Faap incluem a empresa júnior e as monitorias que estudantes podem fazer nos laboratórios de cinema da faculdade. Os grupos mais avançados, inclusive, fazem estágios em produtoras de fora da Faap.

O trabalho de conclusão de curso é um curta-metragem filmado em 35mm

O trabalho deve ser feito em equipe e é finalizado tanto em HD digital quanto em película. “Nossa filmoteca se encarrega de mandar esses filmes para festivais nacionais e internacionais, conseguimos muitos prêmios assim. O grupo pode produzir ficção, documentário, até mesmo um projeto de animação”, explica Gozze.

Cinema na Faap se diferencia pelo uso da película nas filmagens e pela grande produção de filmes

“Somos os únicos a utilizar, além do formato digital, a película. O mercado trabalha muito com película. Filma-se com ela, depois a finalização ocorre em digital e as cópias finais são feitas nos dois formatos, justamente porque cada festival ou concurso exige um determinado formato”, conta o professor. Além disso, por semestre são produzidos cerca de 15 curtas-metragens no curso, um volume grande de material para os padrões gerais.

O aluno precisa ter o hábito de ir com frequência ao cinema

Quem escolhe estudar Cinema deve assistir a muitos filmes, ir muito ao cinema para acompanhar novas produções e sempre se manter informado sobre as críticas e análises. Ler sobre a história mundial e brasileira da sétima arte também é essencial.

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Conheça o curso de Relações Internacionais na UnB

Guilherme Dearo | 28/10/2011

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O curso de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) é considerado cinco estrelas pelo ranking Melhores Universidades do Guia do Estudante.

O Por Dentro das Profissões entrevistou o professor Eiiti Sato, diretor do Instituto de Relações Internacionais da UnB, para saber mais sobre o curso e a carreira.

O curso tem duração de oito semestres e as aulas são de manhã e a tarde

Em 2011, foi o primeiro ano em que foram oferecidas turmas de 50 vagas. Antes eram 40. São duas turmas por ano, entrando no vestibular de fim de ano ou no de meio de ano. A procura pelo curso é alta. Dentre todas as graduações da UnB, RI está sempre entre as quatro primeiras carreiras com mais concorrência no vestibular.

As matérias são teóricas e constroem todo o pensamento crítico necessário ao estudante

Entre as disciplinas, estão filosofia política e história da diplomacia. A maioria é obrigatória, mas cerca de 40% são optativas e o estudante pode buscar focos de interesse, como meio-ambiente e direitos humanos.

Há muitas atividades extracurriculares e a maioria é organizada e desenvolvida pelos próprios alunos

Os estudantes organizam anualmente, por exemplo, uma simulação de modelo das Nações Unidas. Tudo é feito em inglês. Inclusive há participação de alunos estrangeiros nos encontros. O evento serve para entender questões políticas e diplomáticas e debater assuntos do momento, como guerras e crise econômica.

Em outro encontro, os alunos montam um modelo voltado para estudantes do ensino médio, para que estes entrem em contato com as questões de RI e possam desenvolver interesse pela área.

Os estudantes da UnB podem participar, também, do Fórum Centro-Oeste de Relações Internacionais, onde traçam perfis do que é importante de se estudar na área. São encontros com debates e palestras abertos a todo o país, mas que atraem principalmente as universidades da região.

O estágio não é obrigatório para se formar

Segundo o professor Sato, o curso na UnB até tenta desestimular os alunos a fazerem estágio durante o curso, pois há a preferência para que eles se dediquem plenamente às aulas e atividades e só depois pensem no mercado de trabalho.

Contudo, os estudantes podem estagiar se quiserem e encontram muitas oportunidades. Em Brasília, há escritórios de representação de praticamente todas as entidades internacionais, como Unesco, PNUD, BID, OMS e OIT.

É preciso ter proficiência em inglês e em mais um idioma estrangeiro, da preferência do estudante

Para se formar, o aluno deve provar ser fluente em inglês e outro idioma. Ele pode apresentar diplomas válidos internacionalmente que já tenha obtido anteriormente ou fazer a prova aplicada pela própria UnB.

O foco do curso é o lado teórico das Relações Internacionais

Como afirma o professor Sato, “na UnB o estudante se forma com conhecimentos sobre as Relações Internacionais, sua história e teorias. Não há foco em ‘mercado’ ou em comércio exterior, por exemplo. Mesmo porque Relações Internacionais é campo de estudo, não profissão. O estudante irá, depois de formado, aplicar sua formação intelectual e capacidade analítica, crítica e de discernimento em vários lugares, seja diplomacia, empresas ou escritórios”. //

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Conheça o curso de Artes Plásticas da ECA-USP

Guilherme Dearo | 12/10/2011

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O curso de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), recém nomeando na instituição para Artes Visuais, existe desde 1971 e foi avaliado com 5 estrelas pelo ranking Melhores Universidades do Guia do Estudante.

O Por Dentro das Profissões entrevistou o professor Gilbertto Prado, coordenador do curso na ECA-USP, para falar sobre a faculdade e a carreira.

O curso tem duração de oito semestres e é integral

Durante quatro anos o estudante tem aulas de manhã e de tarde. O primeiro ano é básico, para a formação geral do estudante. Há disciplinas, dentre outras, de História da Arte, História da Arte no Brasil, Fundamentos da Linguagem Visual, Pintura e Escultura.

O aluno deve optar por uma dentre cinco habilitações

Logo no segundo semestre o estudante opta por um direcionamento: escultura, pintura, gravura, multimídia e intermídia ou pela licenciatura. A partir disso ele estudará disciplinas específicas de sua área, mas continuará a ter aulas do eixo geral do curso.

Apesar de escolher logo no segundo semestre sua área, ele pode mudar até duas vezes sua opção durante a graduação.

O curso alia a prática artística à teoria e pesquisa

Na ECA os estudantes são formados para atuar nas várias áreas das artes visuais, tanto bacharel quanto licenciado. Ao mesmo tempo em que há prática e experimentação, há teoria e pesquisa.
O curso tem forte engajamento com a pesquisa e, como se mantém próximo da pós-graduação, está sempre atualizado e atento às novas discussões.

Vários estudantes que passaram por lá hoje têm trabalhos relevantes em exposições, como Henrique Oliveira, Clara Ianni, Iara Freiberg, Fábio Tremonte, Paulo Nenflidio  entre outros.

Na ECA os estudantes tem proximidade com professores que atuam como artistas e com museus

Na ECA há a vantagem de muitos professores serem também artistas, ativos no mercado com produção própria e com experiência em exposições e curadorias.

Outra vantagem é que os alunos têm, dentro do campus, museus à disposição, como o Museu de Arte Contemporânea.

O estudante não precisa ser um expert em arte para passar na prova específica de Artes Plásticas da Fuvest

Como explica o professor Prado, “a prova específica da Fuvest aponta habilidades primeiras, potencialidades. Mas todas essas técnicas serão desenvolvidas ao longo do curso, ninguém quer que o aluno chegue pronto. A prova quer ver como o aluno pensa e enxerga o mundo, qual é a relação dele com a arte”.

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